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Nesta LTA, o Brasil se torna a maior potência econômica do mundo.

HistóriaEditar

Ponto de divergênciaEditar

Em 1960, Richard Nixon é eleito presidente dos Estados Unidos, após um escândalo recente envolvendo John Kennedy. Em 1962, ocorre a Crise dos Mísseis de Cuba, mas os governos dos EUA e da URSS não conseguem chegar a uma solução pacífica e começam a Terceira Guerra Mundial. Em 10 de março de 1963, os militares soviéticos desistem e a guerra acaba. A URSS, os EUA e a Europa são severamente afetados pela guerra e entram numa grave crise econômica. Considerado o culpado pela situação, Nixon renuncia a presidência dos EUA. Logo, a crise econômica se torna a pior da história, afetando também a Ásia. John Kennedy consegue recuperar sua boa imagem e é eleito o novo presidente em 1964. Ele instaura uma política de isolacionismo, que acaba agravando a crise ainda mais. Logo, os EUA, a Europa e a URSS tornam-se economicamente dependente de produtos importados do Brasil, que em pouco tempo se torna o maior exportador do planeta. Os militares brasileiros começam a aumentar o preço dos produtos, o que apenas piora a situação dos outros continentes. Em 1970, o Brasil é a maior economia do mundo. Em 1973, o país volta a ser uma democracia. A situação do Brasil e do mundo permanece a mesma até hoje.

Guerra pela democracia (1969)Editar

Em março de 1968, o ultrarrevolucionário Alexandre Castro inicia a chamada Revolução Vermelha no sudeste do país. Os revolucionários tomam o estados do Espírito Santo e do Rio de Janeiro. Os militares rapidamente sufocam a revolução. Porém, um dos mortos na revolução, o jovem menino Caio Correia, morre de bala perdida. O garoto chama a atenção da mídia por vestir uma camisa escrita "Direitos Humanos". A partir daí, começam vários protestos pela liberdade e democracia, porém os militares se mostram inflexíveis. Em maio de 1969, o jornalista Marcelo Alexandre lidera a chamada "Guerra pela Democracia", uma união de progressistas e trabalhistas que praticam desobediência civil pacífica se recusando a trabalhar, pagar impostos e usar serviços públicos por quatro anos, até o governo militar ser finalmente derrubado em 1973.

A volta da monarquia (1975)Editar

Apesar da queda da ditadura, grande parte do povo brasileiro se identifica como conservador de direita, enquanto outra parte se mostra esquerdista. Em meio a esse cenário confuso e uma democracia prematura, o monarquismo com a promessa de equilibrar os conflitos de esquerda e direita começa a crescer e ser apoiado tanto pela esquerda quanto pela direita, já que os piores medos da época por parte dos revolucionários e conservadores era a volta de uma ditadura e, pelo que parecia, uma monarquia poderia manter a democracia. Em janeiro de 1975, um plebiscito pela volta da monarquia é realizado. A monarquia ganha com 64% dos votos, mas o Brasil não volta imediatamente a se chamar Império do Brasil. Em vez disso, é rebatizado de Reino Unido do Brasil até o Golpe de 1982.

O Golpe de 1982Editar

Em 1976, o Brasil começa um plano de melhorar a condição dos cidadãos. Este plano é declarado fracassado em 1979 devido aos inúmeros escândalos de corrupção. Apesar do enorme poder que o Brasil conseguira, a corrupção ainda era o maior obstáculo para a modernização do país. A culpa da corrupção cai nos ombros do Rei Dom Bertrand. Parte do senado acusa o rei de incompetêcia em combater a corrupção e apoia a diminuição drástica de seus poderes, enquanto outra parte lembra que os poderes do rei são pequenos até pro nível de uma monarquia parlamentar e argumentam que o aumento do poder do rei para o nível de uma monarquia britânica realmente acabaria com a corrupção. O congresso se divide em entre franco-monarquistas, liderados pela deputada de tendencias social-democratas Luísa Marcelina e os neorrepublicanos, liderados pelo senador e ex-militar Cristiano Peixoto.

Em setembro de 1981, o senador Cristiano peixoto convoca o povo a protestarem na rua contra a monarquia. Em seu discurso, ele chama a Luísa Marcelina publicamente de "puta de coroas" pelos boatos de que ela teria um caso com rei Dom Bertrand. Em resposta, Luísa divulga uma foto em que Cristiano Peixoto estaria beijando uma menina de 14 anos. Cristiano é imediatamente acusado de pedofilia e afastado do cargo. Quatro dias depois, Marcelina é assassinada por um grupo de extremistas ironicamente monarquistas. o assassinato se daria ao fato de que Marcelina estava pensando em "mudar de lado" segundo os assassinos que se autodominavam a "guarda do rei". O fato dela ter dito "que era uma obrigação dos bons brasileiros ajudarem os camaradas americanos com sua crise financeira", ela estaria defendendo os "porcos republicanos", como foram chamados desde então. A confusão no congresso fica mais forte e ambos os lados parecem confusos sem uma liderança. Em outubro de 1982, um grupo de franco-monarquistas de tendências libertárias realiza o chamado Golpe de 82, que declara que concede ao monarca mais poderes ainda do que em outras monarquias parlamentares. O monarca, agora imperador, pode vetar e aprovar leis, mudar leis, controlar o número de ministérios, controlar as Força Armadas, entre outros poderes. Consequentemente, o Brasil passa a se chamar Império do Brasil e Reinos Unidos. As províncias se tornam reinos (confederações) e o estado diminui radicalmente.

Guerras anglo-brasileiras (1995-1999)Editar

O Brasil, desde de sua vitória hegemônica como superpotência, se industrializa e cresce muito rapidamente. A repentina diminuição do estado e o confederalismo causados pelo Golpe de 82 fazem riquezas chegarem em lugares miseráveis, como no Sertão e na Amazônia. Porém, ainda havia marcas de terceiro mundismo no Brasil, como a corrupção, a desigualdade e a falta de mão de obra competente para o mercado. Nesse meio caótico, a população coloca as esperanças na monarquia. Apesar da grande melhora de vida causada pelo grande crescimento econômico, certas partes da população ainda sofre com doenças e fome. A situação de certos países com capitais menores que o Brasil era bem superiores à maior potência econômica do mundo. Isto leva a uma gigantesca revolta popular, que se intensifica com a criação da UCIF (União Comunista pela Igualdade e Fraternidade), um partido politico composto por radicais socialistas. A UCIF conquista um grande apoio pelo país. O Brasil entra em uma onda comunista, que se intensifica com a subida de poder de vários membros da UCIF como primeiros-ministros em 16 reinos em 1990. As políticas levadas pelo Brasil, no mínimo trabalhistas demais, fizeram com que a maioria dos países europeus, agora passando por ditaduras militares, denunciassem o crescimento do socialismo no Brasil. A situação se degrada quando o primeiro-ministro do reino de Pernambuco visita a Rússia e clama por uma nova União Soviética. O impacto causado nos países ocidentais que tinham acabado de lidar com uma ameaça comunista tinha sido forte. Em 1992, o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, o general Jefferson Eric, corta relações diplomáticas com Brasil, junto com Espanha, Alemanha, Itália, e França. Em 1993, a Inglaterra fundou a AME (Aliança Militar Europeia), composta por Itália, Espanha, França, Alemanha, Dinamarca, Portugal, Polônia, Suécia, Finlândia, Noruega, República Tcheca e Grécia. Todos estes países, que passavam por ditaduras militares anticomunistas, criticam a postura do Império do Brasil.

Em 1994, as tensões entre Inglaterra e Brasil estouram com a morte de um traficante brasileiro na Inglaterra. O Brasil tenta negociar com a Inglaterra, maas mesmo assim seus pedidos são ignorados. O Brasil passa então a criticar a ditadura na Inglaterra e ameaça a Inglaterra inúmeras vezes.

Em 1995, um embaixador inglês que estava em visita ao Peru é assassinado pela Organização Guarda do Rei em resposta ao golpe contra a monarquia na Inglaterra. A Grã-Bretanha declara guerra imediatamente ao Brasil, acusando os brasileiros do ataque.

Invasão do Rio de Janeiro - imperador sequestradoEditar

Em maio de 1995, as tropas da AME invadem o Rio de Janeiro de surpresa. A invasão é realizada apenas sete horas após a declaração de guerra. Os britânicos tinham tropas escondidas no litoral brasileiro desde 1992. Às três horas da manhã, mais de 200 mil soldados atacaram o litoral, conquistando rapidamente a a capital e capturando o imperador. Os soldados brasileiros, totalmente pegos de surpresa e em menor número, resistem à invasão por duas horas, porem são massacrados pelas tropas adversárias.

Embate militar no litoralEditar

12 dias depois da invasão do Rio de Janeiro, mais de 1,5 milhões de soldados da AIE entram no litoral brasileiro sem muita dificuldade e adentram em toda margem litoral do Brasil usando uma poderosa marinha composta por 2000 submarinhos 1500 destroyers. Eles desembarcam mais 600 mil soldados. Porém, o exército brasileiro se reorganiza, mostrando sua poderosa força terrestre e movendo mais de 520 mil soldados e mais de 3.000 tanques.

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