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Confederação das Cidades Livres Unidas

Época

1704-1828

Capital

Castranova

Idioma

Língua Comum - Português

Outras - Alemão, Galego, Russo, Sueco, Dinamarquês, Norueguês, Polonês, etc

Governo

Confederação de Cidades-Estado

Moeda

Austral

Gentílico

Austral, Librecitadino

População

1704 - 320.000

1826 - 530.000

As Confederação das Cidades Livres Unidas, mais conhecidas apenas como as Cidades Livres, foram uma confederação de nove colônias fundadas pela Companhia do Ultramar (COU) no extremo sul do continente americano entre 1611 e 1674.A autonomia política das cidades levou-as a ficar conhecidas pelas nações como Cidades Livres. As cidades adotariam oficialmente essa alcunha após a unificação de 1704.

História Editar

Confederation of the United Freecities

As Cidades Livres

Fundadas entre 1611 e 1674, as Cidades Livres foram um grupo de nove colônias da COU com grande autonomia política e econômica.

Foram colonizadas principalmente por brasileiros, alemães, russos, dinamarqueses, suecos, noruegueses e galegos. O Programa de Colonização da América Austral, implementado pela COU a partir de 1620 permitiu o transporte de milhares de colonos europeus e brasileiros para a região.

As Cidades Livres eram a principal fonte de peles de foca para a COU, que fornecia outros produtos às colônias. Mas, apesar da relação com a COU, as Cidades Livres se autogovernavam. Mas, em função de tal relacionamento, e também grandes relações comerciais com o Brasil colonial, o português era a língua franca da região.

Entre 1620 e 1826, os austrais tinham transformado a Patagônia de uma terra árida para uma próspera nação cortada por canais de irrigação que produzia grandes quantidades de cereais, lã e peixes.

Apesar disso, o período também levou aos diversos conflitos conhecidos como Guerras Indígenas do Sul (em referência às Guerras Indígenas no Brasil), exterminando grande parte da população nativa, enquanto assimilando uma pequena porcentagem.

Apesar da soberania exercida pelas Cidades Livres na região, as terras eram reivindicadas pela Espanha, que pararia de ignorar as colônias no fim do século XVII, enviando numerosas expedições para a região.

Um dos motivos da entrada da COU na Guerra de Sucessão Espanhola (1701-1714), as expedições levaram as Cidades Livres desenvolver sua própria força militar e a se unir na primeira nação americana reconhecida por um poder europeu (embora não fosse totalmente independente), a Confederação das Cidades Livres Unidas. Com o fim da guerra, a Espanha cedeu às exigências da COU, como a cessão de Cádiz e o reconhecimento da Confederação.

Desde então, as Cidades Livres aumentaram suas relações comerciais com o Brasil, assim como desenvolver uma identidade brasileira. De acordo com a doutrina da Grande União, desenvolvida nas Cidades Livres no fim do século XVIII, as Cidades Livres estavam destinadas a se expandir pelo Norte, e o Brasil pelo Sul, até se unirem em uma grande nação. A Grande União nunca se concretizaria, mas a invasão argentina durante a Guerra da Cisplatina, levou o segundo governo democrático autônomo do continente americano a pedir adesão a seu irmão mais velho.

O território até então controlado pelas Cidades Livres se tornou então as províncias da Nova Escandinávia e da Patagônia.

Geografia Editar

Economia Editar

Cidades Editar

Castranova Editar

A primeira das Cidades Livres, foi fundada pelo Almirante Emiliano Castranova, da Marinha da Companhia do Ultramar (COU), em 1611, como um entreposto para a caça de focas e a pesca. A cidade cresceu quando a COU lançou seu Programa de Colonização da América Austral, em 1680. O programa trouxe milhares de colonos russos e escandinavos para Castranova.

Em 1700, Castranova era a maior das Cidades Livres, com 79.000 habitantes, e havia prosperado com a pesca, a caça de focas, o cultivo de grãos, a criação de ovelhas e cavalos e a produção de garranto (whisky patagônio) e tecidos de lã.

Arcanis Editar

Foi fundada em 1623, também por Emiliano Castranova. Foi nomeada em homenagem a sua amante Bianca Arcani.

Também beneficiada pelo Programa de Colonização da América Austral, Arcanis cresceu como porto pesqueiro. Nas zonas sob o governo da cidade, os arcanianos prosperaram com a pesca, a criação de salmão, a extração de madeira e construção de navios.

Foi colonizada principalmente por suecos, dinamarqueses, alemães e noruegueses. É, a propósito, onde surgiu a denominação atual da província, Nova Escandinávia, nome dado pelos colonos noruegueses do fim do século XVII.

Blumenstaat Editar

Foi fundada em 1642 por alemães. Diferente das de Arcanis e Castranova, fundadas na costa, Blumenstaat foi fundada no interior, às margens do Lago Muller e próxima à Cordilheira dos Andes. Foi a primeira a construir canais de irrigação ao longo da região, iniciando a onda de construção de canais na região, além de desenvolver as melhores técnicas para o cultivo de trigo, cevada, centeio e aveia e separar as variedades mais bem adaptadas à região. Além da criação de ovelhas e gado bovino, foi a primeira das Cidades Livres a domesticar alpacas e guanacos por sua lã e carne.

Em 1704, Blumenstaat era o centro do cinturão agrícola que alimentava grande parte das Cidades Livres com cereais, suas manufaturas têxteis beneficiavam lã de alpaca e fibra de guanaco.

Galiza do Sul Editar

Originalmente chamada Galícia do Sur, foi fundada por galegos do noroeste da Espanha em 1647. Seguiu os passos de Blumenstaat, focando na criação de alpacas, guanacos e ovelhas, e no cultivo de grãos e expandiu a rede de canais de irrigação.

Atalaia Editar

Foi fundada em 1648 pelo capitão da COU, Maurício de Aveiro. Com o crescimento da importância das Cidades Livres e do estreito de Magalhães para a COU, Atalaia foi erguida como uma cidade fortaleza. Com a criação da Confederação em 1704, se tornaria o principal campo de treinamento das Forças de Defesa das Cidades Livres.

Konstantinovia Editar

Foi fundada em 1657, por um grupo de colonos russos fugidos da invasão polaca na Guerra Russo-Polaca. Embora a guerra terminou com a vitória russa, os colonos permaneceram, prosperando principalmente com a pesca, a caça de focas a criação de ovelhas. 

Volkov Editar

Foi fundada quase simultaneamente a Konstantinovia, em 1658, também por colonos russos. Prosperou com a pesca, embora nunca tenha crescido tanto quanto sua irmã.

Olsenborg Editar

Fundada em 1658 por dinamarqueses e noruegueses fugidos da invasão sueca. Seguiu os passos de Arcanis, prosperando com a pesca, a criação de salmão, a extração de madeira e construção de navios.

Uswaya Editar

A última das Cidades Livres a ser fundada, em 1674, e hoje conhecida como a "Cidade mais ao Sul do Mundo", foi uma vila pequena que vivia da pesca e da criação de ovelhas.

As Cidades Livres hoje Editar

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A ovelha, a alpaca, o guanaco doméstico e o gado bovino são os animais dominantes na pecuária da região.

Após a Adesão ao Brasil em 1826, a economia da região, agora províncias da Patagônia e Nova Escandinávia recebeu um grande impulso com os investimentos do governo brasileiro. A mineração de carvão se tornou importantíssima para a indústria brasileira, assim como a indústria de tecidos de lã de alpaca e ovelha.

A partir da década de 1860, a Patagônia e a Nova Escandinávia receberam maior impulso com a exportação de carne e laticínios e a indústria de enlatados.

O fim do século XIX, viu a Corrida do Ouro da Terra do Fogo e o início da exploração de petróleo e gás natural manteve a região como um importante fornecedor de combustível para a indústria brasileira, embora também tenha permitido o crescimento das indústria petroquímica na região.

Hoje, a economia da Patagônia e da Nova Escandinávia é diversa. No setor primário: criação de gado bovino, ovelhas, alpacas e guanacos, o cultivo de cereais e hortifrúti, a pesca e a criação de peixes, a extração de petróleo, gás natural, carvão mineral, ouro, prata, zinco, argila, gesso e sal. No setor secundário: a indústria de enlatados, agrícola, laticínios (principalmente queijos), bebidas (principalmente cerveja e garranto), tecidos, petroquímica e eletrônicos. No setor terciário: o turismo, ecoturismo e o comércio exterior são extremamente importantes e o setor de moda inverno é bastante famoso. Castranova e Arcanis estão entre as capitais mundiais da moda inverno mundial.

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Como maiores produtoras de lã de ovelha e alpaca do Brasil, assim como possuidoras de importantes industrias têxteis e grifes de moda, as províncias do Extremo Sul são as capitais brasileiras da moda inverno.

Castranova e Arcanis, capitais provinciais, e as restantes das antigas Cidades Livres são hoje os centros da história e da cultura da Patagônia e da Nova Escandinávia.

Cultura Editar

Ligações Externas Editar

Free Cities (Parallel Brasil) - AltHist English

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