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História Alternativa

História do Brasil (1964-1993) (E se o Brasil se tornasse comunista?)

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Em 1964, João Goulart renuncia ao cargo de presidente da república e o congresso é obrigado a abrir novas eleições para eleger o novo presidente, Carlos Lacerda apoiado pelos militares anuncia sua candidatura então os comunistas com muita surpresa lança o presidente do partido, João Amazonas. As eleições começam com muitas campanhas pelo país e muitas mobilizações apoiando ou contra os comunistas

As Eleições Editar

Após as eleições abertas, Carlos Lacerda era o favorito para as eleições. Então, as eleições começam em 08 de abril de 1964 ganha com 51% dos votos o candidato da UDN, Carlos Lacerda. O comunista João Amazonas perde as eleições e começa a organizar um processo de golpe

Vitória de Lacerda e o processo de golpe Editar

Os comunistas estavam descontentes com a derrota de João Amazonas, assim, convocando militantes para protestarem e marcharem em diversas cidades. No dia 04 de Maio, isso foi concretizado, no entanto, nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília houveram combates entre a Polícia convocada por Lacerda e os militantes. No dia 17 de Junho, houve a invasão no congresso e a instauração de um regime de caráter socialista.

Governo de Astrojildo (1964-1965)Editar

Astrojildo Pereira, foi cotado para ser colocado como o primeiro presidente da República Socialista do Brasil. E assim foi. Astrojildo governou por mais de um ano até a sua morte no dia 21 de novembro de 1965. Assim, ocorreram eleições indiretas (como haviam na ditadura militar).

Brasil "Democrático"?Editar

A constituição elaborada em 1965, limitava um mandato de quatro anos para cada presidente, com direito a reeleição. As eleições, assim como na ditadura militar, eram indiretas, apenas políticos no congresso poderiam votar.

Estado LaicoEditar

Quando Astrojildo foi posto para governar, ele anunciou que o Brasil continuaria um estado laico, em respeito às religiões que vários trabalhadores protestavam em ter.

AGN-CRNEditar

Quando João Amazonas foi posto no governo, ele criou a Agência de Guarda Nacional e o Centro de Reabilitação Nacional, que no qual era um órgão de repressão aos manifestantes e tinha sua matriz-sede em Santo André. Seus diretores foram Carlos Figueira Natal (1964-1967), Sampaio Luiz Carcajá(1967-1969), Paulo Valinhos Côrrea(1969-1970) e Milton Rodrigues(1970-1972).

O órgão operou legalmente apenas no governo de João Amazonas, porém, foi proibido no governo de Tarso Genro, mas operava na ilegalidade até que foram reprimidos no governo de Mercadante.

Cultura e o TropicalismoEditar

O tropicalismo vira uma cultura muito usada para criticar o regime comunista, como as músicas, como por exemplo: Pra não dizer que não falei das flores, de Geraldo Vandré, foi um dos simbolos dos democratas contra o comunismo. Vários cantores foram presos e outros pediram exílio, e alguns até morreram, mas a cultura continuava contra o regime.

Repressão aos Democratas e Conflitos Editar

Alguns democratas e militares partiram até para a violência para lutar contra o regime criando grupos terroristas em 1965 (APR - Aliança Pró-República e BéN - Brasil é Nosso). Vários terroristas foram presos e torturados, terminando assim a luta pela democracia e seria assim durante 30 anos.

Aliança com a URSS e influência na América Latina Editar

O Brasil em 1968, se juntou ao Pacto de Varsóvia, iniciando assim uma aliança com o Brasil com a União Soviética e o Leste Europeu começava assim uma influência do comunismo na america latina. Nas eleições de 1971 no Uruguai, o Brasil influenciou a população a votar em Líber Seregni, no qual, se unificou com o Brasil após um plebiscito. A Argentina e Chile tornam-se regimes militares de direita e declaram guerra ao Brasil, para a instalação de um regime militar. Em 1980, muito influenciada pelo Brasil, militantes e milícias socialistas e comunistas pedem o auxílio do Brasil para implantar um regime na Bolívia. O país aceitou, e rendeu a Bolívia facilmente.

Guerra Fria da América do Sul Editar

O desentendimento contra os dois países estavam cada vez mais tensos. Pinochet, então ditador chileno, declarava guerra ao Brasil para instaurar um regime militar no país. Porém o Chile foi logo reprimido e rendido. Do país, foram tomados as regiões do Antofagasta e Árica, e era instaurado um regime democrático no Chile. Já a Argentina declarava Guerra contra o Brasil, que além de quererem instalar um regime militar, tomar o sul do país. O Brasil foi pra cima e aumentou o 'casus belli', querendo as províncias de Misiones, Entre Ríos e Corrientes. Foi decretada vitória brasileira, o fim do militarismo na Argentina, e a divisão do país, sendo a Argentina do Sul democrata, e a Argentina do Norte socialista.

Guerra Separatista Editar

Em 1971, insatisfeitos com o governo, começaram-se então grandes movimentos separatistas, como em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Maranhão e Pará. A guerra houve em cinco anos, mas os movimentos foram todos reprimidos pelo governo de Tarso Genro.

Brasil: Uma Potência Nuclear 1970-1980 Editar

Durante o governo comunista, houveram várias construções de usinas nucleares e a construção de bombas, com o patrocínio da União Soviética. As maiores usinas são: Santa Cruz (Amazonas-1972), Bandeirante (São Paulo-1976) e Limoeiro (Rio de Janeiro-1985). A primeira bomba do Brasil foi construída em 1977, apelidada de Bomba Canário.

Crise de 1990 Editar

Em 1989, o Muro de Berlim foi derrubado, causando enorme crise no comunismo, todos os paises do leste europeu foram deixando o comunismo, houve guerras na Iugoslávia, houve a separação da Tchecoslováquia, e em 1991 a União Soviética entrou em colapso e acabou. No Brasil começou então movimentos fortes para o final da ditadura no Brasil. O então ditador, Tarso Genro, foi pressionado. O país também estava sob ameaças da ONU, estava com a escassez de armamentos, assim sendo, Tarso Genro decretava o fim do regime socialista e que ocuparia o cargo provisoriamente até as eleições de 1994 ocorrerem.

Presidentes do Brasil Pós-Comunista Editar

  • Enéas Carneiro (1994-1998)
  • Fernando Henrique Cardoso (1998-2002)
  • Luiz Inácio Lula da Silva (2002-2010)
  • Ciro Gomes (2010-2014)
  • Eduardo Suplicy (2014-2018)

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