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Intendência Brasileira de Inteligência e Segurança

Fundação

12 de Novembro de 1824.

Antecessor

Guarda do Príncipe.

Sede

Centro de Inteligência Johann Barreiro, Brasília, DF.

Lema

Per fas et nefas (latim: Por todo e qualquer meio).

Funcionários

23.312.

Orçamento

R$ 31,2 Bilhões.

Diretor

Victoria Martins Clarke

Vice-Diretor

Carlos Magno Barreto de Souza Cunha.

A Intendência Brasileira de Inteligência e Segurança, mais conhecida pela sigla Ibis, é o órgão de inteligência do governo do Brasil, responsável por investigar e fornecer informações de segurança nacional. A Ibis também se engaja em atividades secretas, a pedido do Chanceler do Brasil. Abrange todo o serviço de inteligência brasileiro e todos os seus órgãos. É a sucessora da Guarda do Príncipe, uma sociedade secreta fundada pelo rei Pedro I, então príncipe herdeiro, e as principais mentes por trás da independência do Brasil em 1819. Quando do fim da guerra de independência, o governo tornou a Guarda do Príncipe um órgão oficial, porém secreto, do governo brasileiro, sob o codinome de Ibis. Foi a primeira agência governamental de inteligência. Sua existência só seria revelada em 1940, durante a Segunda Guerra Mundial.
Ibis.png

Brasão da Ibis.

A principal função da Ibis é coletar informações sobre os governos estrangeiros, corporações e indivíduos, e para aconselhar políticas públicas. O órgão realiza operações clandestinas e ações paramilitares, e exerce influência na política externa. Várias atividades da Ibis têm atraído críticas. Elas incluem experimentos humanos não consensuais, técnicas avançadas de interrogatório (tortura), assassinatos seletivos, e o financiamento e formação de militantes que viriam a matar civis e não-combatentes.

Não responde a nenhum ministério, tendo estatuto semelhante ao ministérios do governo. De acordo com The Washington Post em 2010, a Ibis é o mais eficiente órgão de inteligência do mundo, é a melhor em defesa e ataques cibernéticos e foi capaz de desmantelar a maior parte das operações de espionagem estrangeira no país com precisão cirúrgica, além de que suas operações em outros países estão totalmente fora do radar. Sabe-se que a Ibis tem sólidas operações, e até bases, em países fechados, como Coreia do Norte, China, Rússia e Arábia Saudita.

Propósito Editar

Quando criada, a Ibis tinha o objetivo de reunir informações sobre qualquer ameaça à recém-conquistada independência do Brasil. Com o tempo, tornou-se um instrumento do imperialismo brasileiro, principalmente sabotando potências estrangeiras. Hoje sua principal finalidade é coletar, analisar, avaliar e distribuir inteligência interna e estrangeira, e para realizar ações secretas.

De acordo com seu orçamento fiscal de 2010, a Ibis tem cinco prioridades: [3]

  • Contraterrorismo, a principal prioridade, dada a contínua guerra ao terror global.
  • Não-proliferação de armas nucleares e outras armas de destruição em massa, com a Coreia do Norte descrita como talvez o alvo mais difícil.
  • Avisar líderes brasileiros de eventos importantes no exterior.
  • Contra-Inteligência, com a China, Rússia, Irã e Coreia do Norte descritos como alvos "prioritários".
  • Inteligência cibernética.

História Editar

A Ibis é sem dúvida nenhuma o órgão oficial de inteligência mais antigo do mundo

Agências Editar

Como o órgão supremo de inteligência civil brasileira, a Ibis possui várias divisões conhecidas que atuam como órgãos autônomos um dos outros. Apesar disso, acredita-se que apenas 45% das divisões da Ibis são conhecidas, sendo os outros 55% englobados por divisões secretas e Black Ops.

Centro de Inteligência Johann Barreiro.jpg

Centro de Inteligência Johann Barreiro em Brasília, sede da Ibis desde 1960.

Algumas agências conhecidas da Ibis são:

  • Divisão de Segurança Interna (DSI) - órgão de inteligência civil responsável por operações contra ameaças internas à integridade e segurança do Brasil e contra o terrorismo.
  • Escritório de Operações de Segurança Cibernética (ESOSEC) - órgão de inteligência civil responsável pela segurança cibernética dos órgãos do governo brasileiro. Considerado o mais eficiente órgão de segurança cibernética do mundo, graças ao ESOSEC, o Brasil é conhecido como a "CyberTroia".
  • Órgão de Segurança Aeroespacial (OSAE) - órgão de inteligência civil responsável pela coleta de informações por satélite e a proteção da rede de satélites de inteligência e de defesa anti-mísseis.
  • Divisão de Segurança Quimiobiológica (DSQ) - responsável, oficialmente, pela coleta de informação e criação de contramedidas contra ameaças químicas e biológicas desenvolvidas por nações estrangeiras. Apesar disso, existem teorias que desenvolve secretamente armas químicas e biológicas e novas técnicas de interrogatório, além de experiências ilegais com seres humanos.
  • Divisão de Tática de Operações Sigilosas (DTOPS) - uma divisão de combate paramilitar responsável por operações de combate secretas, infiltrações e resgates. Ganhou maior atenção do público mundial após o Incidente de Chungsan.
  • Inteligência do Exército (IEX) - órgão de inteligência militar subordinado ao Exército.
  • Inteligência da Marinha (IMA) - órgão de inteligência militar subordinado à Marinha.
  • Inteligência da Aeronáutica (IAE) - órgão de inteligência militar subordinado à Aeronáutica.

Polêmicas e Revelações Editar

Não livre de críticas e escândalos, a Ibis se envolveu em muitas polêmicas ao longo da sua história. A primeira envolveu a revelação em 1949 de que o órgão existe desde a independência. Até então, achava-se que a Ibis havia sido criada no contexto da Segunda Guerra Mundial.

Durante os anos 1980, no auge da Guerra Fria, acusações de tortura, massacres e experiencias genéticas e com armas biológicas abalaram a reputação da Ibis até o início do século XXI. Após um período chamando pouca atenção, a Ibis iniciou uma política mais agressiva com a virada do milênio, colocando seu lema "Por todo e qualquer meio (em latim)" a frente de suas operações.

Em 2004, expôs um série de revelações históricas acerca de suas operações. A revelação dos Planos Diogenanos é considerada uma das maiores revelações da história. Os planos remontam de 1830 e são um grupo de planos de invasão de potências estrangeiras em caso de guerra. Atualizados anualmente, havia pelo menos 6 planos diferentes para os Estados Unidos, 8 para a Grã-Brretanha, 3 para a Alemanha e 12 para a União Soviética. Os Planos possuíam detalhes surpreendentes acerca da infraestrutura, governo e informações sigilosas desses países. O professor de História Joseph J. Humphrey da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, declarou em entrevista ao New York Times que "os Planos, são um trabalho impecável e assustador de perícia em espionagem. Há pelo menos seis planos que sabemos para nós [os Estados Unidos] e foram atualizados de 1830 até 1978. Na verdade, essas são só as informações que eles [a Ibis] nos deram. Não dá para garantir que eles não continuam atualizando os Planos. O que eu sei é que baseado no conhecimento da equipe de historiadores de Princeton e amigos de outras universidades, esses planos tinham pequena chance de fracasso tanto aqui, quanto na Grã-Bretanha ou na Alemanha. Eles [os brasileiros] poderiam ter destruído completamente toda indústria e economia dos nossos países. Nós só estudamos esses detalhadamente, mas garantimos que se esses Planos tivessem sido postos em prática, a história teria seguido caminhos bem diferentes."

Uma das maiores polêmicas envolvendo a Ibis no século XXI foi o Incidente de Chungsan, uma continuação à Crise dos Satélites. Após o teste do Sistema SODAM em dezembro de 2010, o ditador norte-coreano Kim Jong-il aprisionou, em dezembro de 2011, em campos de concentração todos os 22 cidadãos brasileiros que estavam no país ligados à imprensa brasileira e condenou-os a morte por crime contra o regime. Em troca da liberdade deles o ditador exigiu a desativação da Base Guan e do Sistema SODAM. Mas, surpreendendo a comunidade internacional, em menos de dois dias o Brasil respondeu, através da Ibis, com a Operação Surpresa de Natal. Em 18 de dezembro de 2011 a Ibis invadiu os sistemas norte-coreanos e desativou toda a rede elétrica do país antes de a DTOPS invadir o campo de concentração de Chungsan e libertar os 22 brasileiros, além de outros cidadãos estrangeiros presos. O incidente chocou o mundo e foi chamado de "uma demonstração desnecessária de força com o objetivo sombrio de aterroriza-los [a Coreia do Norte] e a todos nós [o resto do mundo]" pela então secretária-de-Estado americana Hillary Clinton e "um desrespeito por usar o tormento de inocentes para se auto-promover e aterrorizar rivais e aliados" pelo primeiro-ministro sul-coreano Kim Hwang-sik. Em resposta a isso, a Diretora da Ibis, Victoria Martins Clarke disse que "as ameaças ao Brasil, por qualquer um, serão tratadas com firmeza e precisão."

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