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A monarquia do Reino das Províncias Unidas do Brasil, referida comumente como Monarquia Brasileira, é a monarquia constitucional do Brasil. O título do monarca é Rei ou Rainha. o atual monarca e chefe de Estado do Brasil, Rei Marco II, ascendeu ao trono após a abdicação de seu pai, Rei Raoni, em 19 de Agosto de 2002.

O monarca e sua família imediata (a Família Real do Brasil) cumprem vários deveres oficiais, cerimoniais, diplomáticos e representativos. Sendo a monarquia constitucional, o monarca é limitado a funções não partidárias como conceder honrarias e nomear o Chanceler. O monarca é, oficialmente, Comandante-em-Chefe das Forças Armadas do Brasil. Embora o nível supremo de autoridade executiva sobre o governo do Brasil esteja nas mãos do monarca através da prerrogativa real, esses poderes só podem ser usados de acordo com a Constituição e, na prática, dentro dos limites da convenção e precedência.

A monarquia brasileira traça suas origens no pequeno Condado Portucalense da Península Ibérica medieval, que se consolidou como o Reino de Portugal em 1139. Em 1383, a Casa de Borgonha foi trocada pela Casa de Avis e, depois do período disnástico espanhol entre 1580 e 1640, pela Casa de Bragança.

O Brasil foi colônia portuguese entre 1500 e 1815 quando, após a transferência da corte portuguese ao brasil em 1808, se tornou um reino por si próprio, unido a Portugal sob a Casa de Bragança.

Conflitos políticos entre Portugal e Brasil sob a mesma Coroa acabou por levar à guerra e, após a Independência do Brasil, a Casa de Bragança foi dividida em duas monarquias distintas e, até certo ponto, hostis entre si: a portuguesa e a brasileira.

Após a Guerra de Sucessão Portuguesa (1842-1844), conhecida em Portugal como a Segunda Intervenção Brasileira, a filha do então rei brasileiro, Pedro I, se tornou Rainha Maria II de Portugal e o Brasil impôs uma nova constituição à sua antiga metrópole.

Alguns grupos em ambos os países ainda mantém a aspiração política de unificar o Brasil e Portugal novamente, se não como um único país, pelo menos como um reino unido. Essa aspiração, chamada Luso-Brasilianismo, é suportada por um terço dos monarquistas portugueses, que desejam um monarca dos Braganças brasileiros e não da deposta Família Real Portuguesa.

Durante o século 19, a monarquia brasileira expandiu seus domínios através de imperialismo e colonização, em seu ponto alto o monarca acumulando títulos nas Domínios Imperiais, nações de jure independentes sob a Coroa brasileira, como Grão-Duque de Cádiz e de Zenith, e Rei de Angola, Chipre e Magadascár e Príncipe de Cingapura.

Hoje, em conformidade com a política "Uma Nação, Muitos Continentes", em prática desde os anos 40, a monarquia brasileira (a o Brasil como país) é considerada não apenas americana, mas também europeia, asiática e oceânica.

Lista de Monarcas do Brasil Editar

Nome e Dinastia(s) Reinado Cognome(s) Notas
D. Maria (I de Portugal) de Bragança e Bourbon
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1810 - 1814 A Louca Apesar de ser oficialmente a primeira monarca brasileira, não chegou a governar. Já havia sucumbido à doença mental que lhe dera o cognome.
D. João (VI de Portugal) de Bragança e Bourbon
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1814 - 1815 O Clemente Uma das figuras centrais na Independência do Brasil, elevou a colônia ao status de reino unido a Portugal em 1814, ainda como Príncipe-Regente.
Desde a Independência, os títulos de tratamento Dom Dona, assim como o título de Infante(a) para os descendentes reais não herdeiros foram abolidos da monarquia brasileira como uma tentativa de romper com raízes lusas da Dinastia de Bragança.
Pedro I (IV de Portugal) de Bragança e Bourbon
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1815 - 1843 O Libertador;

O Grande;

O Conquistador;

O Invencível

Líder da Independência, separou as monarquias portuguesa e brasileira no ato que criaria uma nova potência mundial, expandiu consideravelmente o território nacional.
Pedro II de Bragança e Habsburgo
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1843 - 1893 O Magnânimo;

O Sábio;

O Rei-Filósofo;

O Rei-Artista;

Seu governo é conhecido por ter consolidado o Brasil como potência mundial. A Segunda Era Pedrista foi um período de florescimento cultural e científico, tendo como maior marco a Exposição Universal do Rio de 1872.
Felipe I de Bragança e Hohenzollern
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1893 - 1920 O Belo;

O Patriota;

O Milagroso

Com a Declaração de Petrópolis em 1915, renegou suas relações com a Casa de Hohenzollern, governante do Império Alemão, em função da Primeira Guerra Mundial.

Nascido em 1870, fato de ser o primeiro filho de Pedro II que não morreu na infância foi chamado de O Milagroso.

Jorge I de Bragança
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1920 - 1932

O Literato;

O Vitoriano;

O Erudito

Seu reinado foi marcado por um grande período de prosperidade politíca, econômica e cultural do país.Foi um grande apreciador da cultura e defensor incansavel da cultura negra e índia. Morreu inesperadamente de ataque fulminante no Palácio de Inverno de Pinhais, no Paraná. Sem filhos, foi sucedido por sua irmã, Eliza Regina.

Eliza Regina de Bragança
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1938- 1969

A Rainha-General;

A Estrategista;

A Bela

Foi a primeira monarca a assumir um papel ativo nas forças armadas desde Pedro I. Ela assumiu uma posição de liderança entre os líderes militares brasileiros na segunda Guerra Mundial. Ao decorrer do seu reinado, tomou uma posição de politíca de segurança intensiva, e decretou o Plano Marte, que previa um aumento de investimento militar em 46% durante 29 anos. Hoje as Forças Armadas do Brasil são uma das mais bem armadas e organizadas do mundo, herança do reinado da rainha Eliza.

Helena de Bragança
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1955-2002

A Pacífica;

A Moderada

Um dos reinados mais demorados da historia.

No Brasil, sua política moderada foi caracterizada por diplomacia e atos de caridade. É considerada um dos símbolos do século XX na luta pela paz. Em 2002, abdicou em nome de seu filho Raoni Carlos para tratar de problemas de saúde.

Raoni de Bragança
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2002 O Moderador

O reinado mais curto da história do Brasil, ele foi rei por 17 dias. Apesar disso já era rei, pois havia sido coroado co-monarca de Portugal junto a sua mãe a rainha Helena. Lutando contra um câncer cerebral por três anos, ele foi hospitalizado por derrame dias após a coroação no Brasil. No hospital, abdicou em favor de seu filho, Marco César, e morreu dois dias depois

Marco I de Bragança
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2002 - presente O Jovem;

O Belo;

O Carismático

Subiu ao trono em 2002, aos 22 anos, após a abdicação de seu pai, Raoni.

Sucessão Editar

A sucessão ao trono brasileiro é governada pela Constituição. Como definida nesta, a lei de sucessão é por primogenitura absoluta. O primogênito do monarca, seja homem ou mulher, herda o trono. Se o monarca morre ou abdica sem ter filhos, seu irmão ou irmã mais velho se torna o novo monarca. Se o monarca não possuir filhos ou irmãos, o filho mais velho de seu irmão mais velho se torna o novo monarca; se não, o tio mais velho do monarca herda o trono, e assim por diante

Brazil é uma das únicas monarquias europeias, junto da Bélgica, que não aplica a tradição de o novo monarca ascender ao trono automaticamente após a morte ou abdicação do anterior. De acordo com o Art. 102 da Constituição brasileira, o monarca ascende ao trono apenas depois de proferir o juramento constitucional ante à uma sessão conjunta das duas casas do Congresso. A sessão conjunta deve ser feita dentro de dez dias após a morte ou abdicação. O novo monarca brasileiro é requisitado a tomar o juramento constitucional: " Eu juro observar a Constituição e as leis do Povo Brasileiro, manter a independência nacional e a integridade do território".

O monarca é coroado duas vezes, uma diante do Magistério e outra diante do Senado, para simbolizar a certeza do Congresso e do povo. Porém, a coroação não é necessária para o monarca reinar; de fato, a cerimônia usualmente ocorre meses após o juramento constitucional para que haja tempo suficiente para a preparação e o luto. Após um indivíduo ascender ao trono, ele ou ela reina até a morte. Abdicação é voluntária e um direito garantido pela constituição, pois "todo homem é livre para escolher, inclusive o monarca".

Sendo a constituição e monarquia brasileira seculares, a religião do monarca não é de preocupação do Estado, desde que não interfiram em sus função e neutralidade religiosa.

a constituição também define as regras de regência. Esta pode ocorrer quando o monarca é menor de idade ou física ou mentalmente incapaz. Quando a regência é necessária, o próximo indivíduo qualificado na linha de sucessão automaticamente se torna regente. Durante uma enfermidade física temporária ou um período de ausência do país, o monarca delegará temporariamente parte de suas funções a cinco Regentes-Conselheiros: o consorte e os primeiros quatro adultos da linha de sucessão. Se o monarca não for ainda casado, um regente-conselheiro a mais será adicionado da linha de sucessão, completando cinco.

Função Editar

a monarquia brasileira simboliza e mantém um sentimento de unidade, representando o país em funções públicas e encontros internacionais.

A constituição confia ao monarca certos poderes executivos: implementar as leis passadas pelo Congresso, a apresentação de projetos de lei ao Congresso e a gestão das relações internacionais. O monarca assina todas as leis passadas pelo Congresso. Em acordo com o Art. 112 da Constituição, o monarca não pode agir sem a contra-assinatura do ministro responsável que, fazendo isso, assume a responsabilidade política. Isso significa que o poder executivo é exercido, de fato, pela União (também chamada a Coroa, o governo federal do Brasil).

O monarca recebe o chanceler no Palácio da Alvorada ou no Palácio da Guanabara pelo menos uma vez por semana, e também convoca regularmente outros membros do governo para discutir matérias políticas. Durante tais visitas, o monarca possui o direito de ser informado das políticas governamentais proposta, o direito de aconselhar, e o direito de avisar sobre qualquer matéria que ache pertinente. O monarca também celebra reuniões com os líderes de todos os maiores partidos polítios e membros regulares do Congresso. Todas essas reuniões são organizadas pelo gabinete político pessoal do monarca, que é parte da Agência da Casa Real.

O monarca é Comandante-em-Chefe das Forças Armadas do Brasil e faz nomeações aos altos cargos, mas é o chanceler, como Regente-Comandante, quem de fato comanda as forças militares. Brasileiros podem escrever ao monarca quando encontram dificuldades com os poderes administrativos.

O monarca é também um dos três elementos componentes do poder legislativo federal, em acordo com a Constituição, junto às duas casas do Congresso. Todas a leis passadas pelo Congresso devem ser assinadas e promulgadas pelo monarca.

Diferente de muitas monarquias constitucionais modernas, a monarquia brasileira é semi-presidencial e o monarca possui alguns poderes políticos, porém, desde a Segunda Guerra Mundial, é comum que o monarca não exercite tais poderes em favor do chanceler.

O monarca é também Grão-Mestre das ordens honoríficas nacionais do Brasil: a Ordem do Cruzeiro do Sul, a Ordem do Império Brasílico, a Ordem da Rosa, a Ordem da Estrela-mais-alta, a Ordem do Condor, a Ordem do Inca do Norte e a Ordem da Harpia.

Finanças Editar

Residência Editar

Religião Editar

Estilo Editar

Ligações Externas Editar

Monarchy of Brazil (Parallel Brazil) - AltHist English

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