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Escrita em março de 2018, esta linha da história prevê o futuro com Jair Bolsonaro vencendo as eleições de 2018.

Eleições de 2018 Editar

7 de outubro de 2018 Editar

O resultado do primeiro turno das eleições presidenciais é conhecido e começa a campanha do segundo turno.

  • Lula: 31%
  • Bolsonaro: 27%
  • Geraldo Alckmin: 23%
  • Ciro Gomes com Marina Silva como Vice: 19%

Durante o mês de outubro, as campanhas eleitorais são marcadas por hostilidades entre eleitores dos dois candidatos. O país fica dividido e muitas notícias falsas entram em circulação. O mais notável é que o foco em campanha na televisão diminuiu muito e os candidatos faltaram na maioria dos debates. As campanhas foram representadas por passeatas de rejeição a outros candidatos. De acordo com as pesquisas, o índice de reprovação dos dois candidatos é maior que 60%, 20% dos eleitores estão indecisos e 25% anularão o voto.

Em entrevistas e em poucos debates, Bolsonaro demonstra ignorância sobre economia e fala coisas sem sentido. Lula fica sem palavras ao ser acusado de corrupção. Bolsonaro, ao ser questionado sobre soluções para segurança, tenta esconder o lado radical, mas deixava escapulir medidas autoritárias e violentas e chamando desempregados de vagabundos.

11 de outubro Editar

Passeatas dos dois candidatos se encontram na avenida Paulista e começam a brigar. A polícia teve trabalho para dispersar o povo. Algumas pessoas morreram e outras foram para o hospital. No dia seguinte, a justiça determinou que passeatas de candidatos opostos não podem ocorrer no mesmo dia na mesma cidade.

17 de outubro Editar

Um discurso de Bolsonaro numa praça de Porto Alegre reúne várias pessoas e é atacado por militantes do PT acusando Bolsonaro de discurso de ódio.

20 de outubro Editar

Lula é perseguido no aeroporto de Porto Alegre por bolsonetes, que tentam atingi-lo atirando pedras.

22 de outubro Editar

Bolsonaro tenta fazer um discurso na UFRJ, mas os alunos tentam impedir. Ocorre quebradeira e Bolsonaro foge com uma escolta da polícia.

28 de outubro Editar

Resultado do segundo turno:

  • Bolsonaro: 51%
  • Lula: 49%

Novembro de 2018 Editar

O mês de novembro é marcado por protestos nas ruas contra a vitória de Bolsonaro e paralisações nacionais organizadas por sindicatos.

A maioria dos deputados eleitos, de diferentes partidos e ideologias, são contra Bolsonaro e já prometeram dificultar o governo. Planejam também maneiras de aplicar um golpe via processo de impeachment. Vários partidos de esquerda e de centro, com exceção do PT, mais o PSDB entram com um recurso contra a candidatura de Lula para anular as eleições e fazer novas. O processo é aguardado com ansiedade.

Bolsonaro faz acordos com aliados políticos e com setores da população que o apoiam para definir sua estratégia de governar.

Enquanto isso, pesquisas eleitorais foram feitas e elas indicam que se as eleições tivessem usado o método Instant-runoff voting ou um método de Condorcet, o vencedor teria sido Ciro Gomes. Muitos dos que votaram em Lula ou Bolsonaro no primeiro turno tinham medo da vitória do candidato oposto no segundo turno e resolveram escolher alguém com mais chances em vez de sua preferência.

Dezembro de 2018 Editar

O Tribunal Superior Eleitoral negou o recurso pedindo a anulação das eleições. Novas manifestações ocorreram durante o mês.

No dia 12 de dezembro, um ônibus é queimado dentro de um túnel no Rio de Janeiro. A fumaça se espalha pelo túnel e mata várias pessoas por intoxicação. O túnel é interditado e causa um longo engarrafamento.

O início do Fascismo Editar

1 de janeiro de 2019 Editar

Deus, pátria e família

Agradeço a todos pela vitória. Agora é a hora de mudar o Brasil. O Brasil não será mais um lugar de ladrões, vagabundos e comunistas. Será um país de cidadão de bem.

A partir de hoje, o congresso nacional está fechado. Fiquei mais de 20 anos lá e sei que tem muita ladroagem. Sempre fui minoria e nunca aprovaram minhas propostas. Para não atrapalhar nossa mudança num novo governo, essa merda tem que ser fechada.

Já conversamos com líderes das forças armadas e eles estarão prontos para reprimir qualquer ação de terroristas e baderneiros.

Medidas:

  • Fechamento do congresso
  • Para enfraquecer a oposição, muitos líderes antigos são presos, incluindo juízes, governadores eleitos, políticos e militares que são contra o novo governo. Cargos de governador que ficaram vagos com a prisão dos líderes, como o do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e vários estados do Nordeste, foram dados a membros do MBL.
  • Algumas lideranças de oposição são compradas "por generosidade" com uma aposentadoria vitalícia gorda para ficarem em silêncio pelo resto da vida ou irem para o exílio.
  • Pra fazer o lema "Deus, pátria e família", abole qualquer resquício de estado laico e implanta estado teocrático cristão - onde as minorias não-cristãs ou se submetem ou deve sair do país.
Bolsonaro Contra o Estado Laico e as Minorias

Bolsonaro Contra o Estado Laico e as Minorias

Protestos violentos ocorrem em todas as cidades durante o mês de e forças policiais são enviadas para reprimir, lançando bombas de gás e balas de borracha.

Há divisão interna nas forças armadas entre os que apoiam a constituição atual e os que querem a revolução de Jair Bolsonaro. Esses grupos entram em conflito e acabam causando mortes.

Terroristas queimam múltiplos ônibus nas principais capitais brasileiras como forma de protesto.

É um mês de terror. Além das manifestações, começam as perseguições políticas.

Fevereiro de 2019 Editar

A partir de hoje todos poderão comprar um carro a preços acessíveis. O preço que vocês vão ver é o preço sem o roubo que o PT fazia. Estou mostrando a todos que um ditador faz um trabalho muito melhor do que qualquer um.


A Petrobrás será privatizada e vai ter gasolina barata para todo mundo.

Medidas:

  • Autorizar armas para a população que tiver salário de 2 salários mínimos ou mais.
  • Fortalecimento do combate violento às drogas.
  • Tornar carros baratos abolindo os impostos sobre produto relacionados.
  • Manifestações públicas se tornam legalmente proibidas e passam a ser dispersada com bala de borracha.
  • Líderes de manifestações e políticos de oposição passam a ser punidos como criminosos.
  • Recriação do DOI-CODI, uma polícia secreta que pode prender, torturar e sumir com qualquer um, suspeito de ser oposição ao governo ou não, sem considerar os direitos.
  • Corte nos impostos para cigarro, além de revogar a proibição de propaganda tabagista.
  • Aumento no salário de militares

Protestos menores continuam ocorrendo durante os fins de semanas. Várias áreas das cidades grandes passam a ficar sob lei marcial por causa dos protestos.

Março de 2019 Editar

Durante as festividades de carnaval, várias medidas entram em vigor arbitrariamente:

  • Abolição da CLT. O dinheiro acumulado no FGTS até então é pego arbitrariamente para cobrir o rombo da previdência.
  • Proibição de greves
  • Proibição de sindicatos
  • Enfraquecimento de leis ambientais
  • Abolição do código de defesa do consumidor
  • Aplicação da reforma da previdência para aposentar com no mínimo 65 anos e teto de dois salários mínimos. A previdência para os jovens é questão de iniciativa privada. Na reforma da previdência, apenas maiores de 40 anos poderão aposentar no futuro e a idade mínima de aposentadoria será 65 anos. O salário máximo será dois salários mínimos. Pessoas entre 30 e 40 anos continuarão contribuindo, mesmo sem o direito de aposentar. Os menores de 30 anos não contribuirão mais com a previdência. Todos poderão contratar previdência privada normalmente.
  • Corte de feriados do ano: 1 de maio, 15 de novembro.
  • O dia da consciência negra se torna proibido. O dia do orgulho hétero é instituído, mesmo sem ser feriado.
  • Uma reforma ministerial é feita:
    • Fechamento dos ministérios da saúde, do meio ambiente, do trabalho, do desenvolvimento social, da integração nacional, dos direitos humanos e da cultura.
    • Criação do ministério da verdade e estabelecimento da lei de censura. O ministério da verdade absorve o ministério da educação, da transparência e a parte do de comunicação.
    • O ministério do esporte e do turismo são fundidos em ministério da pátria, para fins de propaganda patriota. O ministro será um megaempresário.
    • O ministério da transparência incorpora o ministério da educação, da transparência e a parte do de comunicação. O ministro será um pastor. A parte de educação básica será administrada pelo astrólogo Olavo de Carvalho.
    • Os cargos de ministro da ciência e tecnologia, da justiça e do planejamento são dados a pastores. Latifundiários ocupam os cargos de ministro dos transportes, da Indústria e Comércio, da agropecuária e abastecimento e das relações exteriores. Um executivo da indústria bélica se torna ministro das cidades. Megaempresários são nomeados ministros da fazenda e de minas e energia. Um general é nomeado ministro da segurança pública.
  • O acesso às principais redes sociais é bloqueado, para impedir a propagação de denúncias ao governo. Vários sites de notícias foram bloqueados.
  • Bolsonaro compra o apoio da rede Globo para defender a ditadura. A rede Record também adere ao plano. Entre as demais emissoras, elas foram proibidas de divulgar informaçõs sobre a sociedade e sobre o governo sem passar pelo ministério da verdade. Algumas emissoras foram fechadas à força por desobediência.

Na segunda metade do mês, ocorre um protesto armado. Um manifestante atira num policial usando arma recentemente legalizada. A polícia responde com tiros causando um massacre. O massacre é censurado e informações falsas são escritas no jornal.

Abril de 2019 Editar

Medidas:

  • Anúncio de construção de termelétricas
  • Privatização da Petrobrás. As indústrias Kroch compram parte da Petrobrás e da indústria petroquímica no Brasil. Abrirão postos de gasolina, e venderão combustíveis para termelétricas. O dinheiro da venda da Petrobrás é usado para amortizar a dívida da administração ruim da empresa. Isso significa que, na prática, a Petrobrás foi doada.

Indignados com a privatização, terroristas explodem vários postos da Petrobrás incendiando combustíveis.

Maio de 2019 Editar

Medidas:

  • Legalização da expulsão de povos indígenas para terras ruins para expansão da agropecuária e da mineração.
  • Redução do prazo máximo para a expulsão de inquilino para 1 mês.
  • Venda de vários terrenos na Amazônia para empresas estrangeiras.

A Vale começa a construir mais áreas de mineração na Amazônia sem se importar com a forte degradação ambiental.

Rodovias são bloqueadas por pneus em chamas como forma de protesto.

A parada LGBT é proibida, mas ocorreu mesmo assim e foi dispersada com bombas de gás.

Junho de 2019 Editar

Medidas:

  • Privatização e encerramento do SUS. Os gastos que eram destinados ao SUS serão redirecionados para pagar o salário aumentado de militares e a previdência dos militares além do necessário.
  • Privatização da maioria das instituições públicas, incluindo correios e bancos. A notável exceção no programa de privatização geral são as universidades públicas. Uma parte do dinheiro arrecadado é usado para pagar propinas, principalmente para silenciar líderes de oposição. Outra parte é para investir nas forças armadas. É feita a a compra de tanques, barcos e aviões modernos.
  • Fim da estabilidade de servidores públicos e demissão em massa.

Uma bomba explode no aeroporto matando o ministro da justiça. Na semana seguinte, ocorre um tiroteio na porta do hotel que quase mata o vice-presidente.

Julho de 2019 Editar

Medidas:

  • Reabertura do congresso, mas contendo apenas aliados políticos, como a bancada BBB, totalizando cerca de 100 deputados e 27 senadores. Outras pessoas foram nomeadas deputados e senadores: Levy Fidelix (PRTB), Paulo Rabello (PSC), Fernando Collor (PTC), Eymael (PSDC), Pastor Everaldo (PSC), Aécio Neves (PSDB), Geraldo Alckmin (PSDB), Luis Carlos Heinze (PP), Ronaldo Caiado (DEM), Rodrigo Maia (DEM), Henrique Meirelles (PSD) e Marcos Pereira (PRB).
  • Muitos partidos foram dissolvidos arbitrariamente, entre eles: PT PDT PCdoB PSOL REDE PV PSB PTB.
  • A criação de novos partidos é proibida com a justificativa de que já existem partidos demais.
  • A lei de medidas provisórias é modificada para dar ao presidente o poder de criar ato inconstitucional.
  • O presidente poderá caçar o mandato de qualquer juiz, deputado, senador, governador e prefeito.
  • Eleições serão relegalizadas, mas terão voto de papel. Eleições para presidente só ocorrerão quando o presidente atual decidir.

Bolsonaro faz um discurso hipócrita afirmando que a redemocratização do país está sendo feita e que constituição será seguida após a reforma. Tudo foi necessário para tirar vagabundos do governo.

Agosto de 2019 Editar

Medidas:

  • Corte de vários impostos
  • Introdução do pagamento obrigatório do dízimo. Igrejas evangélicas passam a receber subsídios do governo, que cobra o dízimo de todos. Mesmo com dízimo, igrejas ainda pedem ofertas voluntárias.
  • Proibição de religiões não cristãs. Começa a perseguição de espíritas e religiões afro-brasileiras.

Surgem protestos que terminam com massacre.

O papa declara repúdio ao governo de Bolsonaro. A igreja católica declara ser contra o governo, mas fica proibida de falar mal. Como acordo, a igreja deverá permanecer neutra para não ser fechada.

Setembro de 2019 Editar

Medidas de remoção do resto dos direitos feita sem divulgação pública:

  • Fim da neutralidade da rede

Ocorre um atentado terrorista em prédios do governo

Outubro de 2019 Editar

Medidas:

  • Bolsonaro tira o Brasil do Mercosul. Os acordos são cancelados e barreiras comerciais são colocadas. Além disso, o fluxo de pessoas nas fronteiras é controlado e é necessário autorização para entrar ou sair do país.

Os vizinhos do Brasil ficam revoltados com a medida. O movimento na ponte da Amizade cai drasticamente e o lado brasileiro é vigiado pelos militares. A fronteira com a Venezuela é fechada.

Novembro de 2019 Editar

O Rio Grande do Sul e Santa Catarina tentam declarar independência. O governador é preso, e trocado. A assembleia estadual é fechada. Porto Alegre e Florianópolis ficam sob lei marcial.

Dezembro de 2019 Editar

Começa a expulsão de latinos do Brasil. O principal alvo é os venezuelanos em Roraima. Boa Vista e as cidades da fronteira são ocupadas pelo exército para promover a expulsão.

2020 Editar

Privatização da educação Editar

Medidas rápidas a serem adotadas enquanto os estudantes estão de férias:

  • Privatizar todas as universidades públicas do país. Os alunos que estiverem em universidade pública têm um prazo de 2 a 4 anos para concluir o curso. Se não concluir, perderão a vaga. Alunos rebeldes perderão a vaga imediatamente.
  • Aplicar a lei do escola sem partido
  • Instituir novas disciplinas nas escolas: ensino religioso, Educação Moral e Cívica, organização social e política brasileira.
  • Os alunos deverão fazer culto à pátria.
  • Remover filosofia, sociologia e história do ensino médio.
  • Adulterar os livros de história do ensino fundamental.

Alteração nos livros didáticos de história do Brasil adotados no ensino fundamental

  • Afirmar claramente que os cristãos eram perseguidos pelos romanos. Falar que Constantino se converteu ao cristianismo por fé sincera e omitir o jogo político romano e os concílios.
  • Omitir a inquisição e as crueldades da igreja católica.
  • Falar da reforma protestante como uma divergência amigável onde a discordância está somente em oração a santos, imagens e o uso de fontes fora da Bíblia.
  • Omitir a fundação da igreja anglicana.
  • Falar do encontro da América como ato heroico e uma descoberta incrível.
  • Falar que a colonização foi amigável. Falar de maneira eufêmica que os povos indígenas eram pessoas do mato que não tinha civilização e o europeu trouxe progresso a eles. Os jesuítas ajudaram o povo ensinando a fé cristã e alfabetização sem cobrar nada.
  • Omitir a igreja ao falar do renascimento.
  • Omitir críticas à religião ao falar do iluminismo.
  • Omitir o fato da colônia de exploração ser o motivo do atraso no Brasil. Falar que o Brasil colônia era próspero e cheio de trabalhadores. Omitir o tamanho dos latifúndios, usando o termo fazenda. Falar que a extração de ouro ocorria sem ser roubo.
  • Falar da revolução americana e destacar valores americanos, como liberalismo econômico, propriedade privada, mesmo em excesso, e armamento.
  • Falar da revolução francesa omitindo a igreja, e falando da nobreza como parasitas. Além disso, associar a nobreza com ladrões da política, como o PT.
  • Falar que os africanos são imigrantes que ajudaram a colonizar o Brasil. Falar que os portugueses salvaram os negros da escravidão na África e deram teto, comida e emprego a eles em fazendas no Brasil.
  • Falar que Zumbi de Palmares foi um líder de rebeldes vagabundos que fizeram greve por não querer trabalhar.
  • Falar que a independência foi um ato heroico, omitir que Dom Pedro era filho do rei de Portugal e omitir o endividamento do Brasil.
  • Falar bem do governo imperial, falando da paz. Criticar a proclamação da república como o maior golpe da história.
  • Omitir a guerra do Paraguai
  • Omitir a guerra de secessão americana
  • Omitir a história de Canudos
  • Falar que Comunismo é um movimento ateu criado para transformar todos em vagabundos e assim pôr todos na miséria. Falar bastante do socialismo utópico como desejo irreal de muitos.
  • Falar que Marx planejou uma revolução para destruir o país, implantar o comunismo à força e trocar uma sociedade monetária por escravidão.
  • Ao explicar e descrever o que é socialismo e comunismo, mostrar fotos do exército soviético e fotos de Serra Leoa e Somália. No texto, usar o governo de Stalin e Mao-Tse-Tung como modelo que explica tudo.
  • Omitir a história do fascismo na Itália e na Espanha.
  • Falar que Nazismo é uma forma de comunismo disfarçado criado para perseguir judeus e para invadir outros países. Os atritos com os soviéticos é devido ao fato de que os dois disputavam eslavos que viviam entre os dois países para escravizar no espaço vital.
  • Falar que os judeus sempre foram perseguidos e que os israelitas são vítimas dos árabes, os quais são os culpados pelos conflitos.
  • Falar que Vargas foi um mal necessário na luta contra o comunismo. Falar que a CLT deveria ter sido abolida em 1991, porque os trabalhadores não desejariam mais o comunismo.
  • Omitir a guerra do Vietnam.
  • Omitir a luta pelos direitos civis nos EUA.
  • Falar bem da ditadura militar, falando que todos os oprimidos são comunistas e queriam tornar o país uma União Soviética. Criticar a democracia dizendo que a primeira coisa que fizeram foi eleger Color.
  • Falar mal do governo PT.

Diante dessas mudanças radicais, as universidades são cercadas pelo exército em fevereiro, controlando a entrada de alunos. Professores entram em greve. Conflitos com estudantes começam a ocorrer em março. Estudantes ocupam os prédios das universidades e bloqueiam a entrada.

As aulas só voltam no semestre seguinte, com novos professores, com qualificação inferior, negociados com a nova gestão. Os professores antigos têm a opção de ganhar menos ou ficar desempregado.

As aulas voltam em agosto, mas frequentemente os conflitos com estudantes causam paralisação. O semestre é conhecido como semestre de terror. Por causa das paralisações, o semestre só termina em janeiro, após muitas expulsões.

A UFRJ é ocupado por guerrilheiros, que fazem resistência por alguns meses, mas a universidade é ocupada por tanques derrubando barricadas e fuzileiros matando estudantes opositores.

Outubro de 2020 Editar

Ocorre o rompimento de outra barragem de rejeitos de mineração da Vale do Rio Doce matando mais um rio. Um povoado foi destruído matando 50 pessoas.

A perícia indica que economizaram na qualidade da barragem. O relatório da Vale mostra que a economia feita pela empresa é maior do que o custo das casas destruídas e prometeu dar uma casa no mesmo valor aos sobreviventes, mas o processo vai demorar pelo menos 4 anos para começar as indenizações. O projeto de habitação da Vale é a construção de prédios na cidade vizinha tendo um apartamento para cada morador. Os apartamentos são menores do que a média das casas destruídas e a Vale afirma que não pode calcular medir o tamanho de casas destruídas para ter uma média. A Vale oculta o fato de que o custo total é menor do que o custo das casas.

Bolsonaro lamenta o desastre, mas não culpa a Vale, afirmando que sempre existe o risco de ocorrer acidentes. Ele aprova o plano de indenização feito pela Vale e compreende que é impossível indenizar sem já ter reunido recursos antes.

O governo ajuda em quase nada no amparo das vítimas. Toda ajuda vem de instituições de caridade, doações e ONGs.

2021 Editar

Gastos públicos Editar

Obras faraônicas começam a ser feitas para aumentar a capacidade de ruas e avenidas. Muitos túneis e viadutos são construídos para suportar o imenso fluxo de carros, que aumentou nos anos anteriores.

Setembro de 2021 Editar

As relações diplomáticas com os países vizinhos tem piorado muito.

Após a morte polêmica de uma menina brasileira de 16 anos por overdose de uma droga desconhecida. Bolsonaro afirma que a droga foi comprada no Uruguai, porque muitas quadrilhas brasileiras vão ao Uruguai para comprar maconha e vender no Brasil ilegalmente. Bolsonaro resolve declarar guerra ao Uruguai, acusando de ser um país de maconheiro, vagabundo e ateus. A Argentina se mantém neutra por estar em período de recessão e inflação causados por governos ruins e a dissolução do Mercosul.

A preparação das forças armadas estava sendo feita em segredo e o Uruguai estava despreparado para uma guerra. Assim, as tropas brasileiras conseguem chegar em Montevideo no mesmo mês. A marinha fecha o mar da cidade. A batalha de Montevideo termina em novembro com a vitória brasileira. Os militares continuam combatendo focos de resistência. O Uruguai permanece ocupado, as leis uruguaias são revogadas e as leis de Bolsonaro são impostas. Muitos líderes uruguaios são fuzilados em contexto de guerra.

2022 Editar

Fevereiro de 2022 Editar

Bolsonaro invade o Paraguai para roubar a outra metade da usina de Itaipu e parar de pagar aos paraguaios pela energia. O Paraguai aceita o acordo de paz e cede a metade da usina.

Abril de 2022 Editar

Bolsonaro declara guerra à Venezuela com o objetivo de derrubar o bolivarianismo. Esta guerra será longa e causará desgastes no Brasil. A guerra ocorrerá principalmente pelo céu e pelo mar por causa da floresta densa entre os dois países, onde a densidade populacional é baixa.

Eleições de 2022 Editar

Bolsonaro resolve que não haverá eleições para presidente e põe a culpa na guerra. Eleições para os outros cargos ocorrerão. Os votos serão por papel e não serão obrigatórios. Pesquisas de intenção de voto são proibidas com o pretexto de evitar influência na escolha de candidatos.

Muitos candidatos populares de oposição são presos um dia antes das eleições com provas falsas de crime e tem a candidatura caçada na última hora. Essa estratégia serve para que os eleitores não tenham tempo de procurar outro candidato ou não saibam que o candidato foi caçado e assim votar nulo acidentalmente.

Com várias manipulações nas urnas de papel. O congresso é preenchido por membros da bancada BBB e os governadores são aliados políticos. Com a extinção de partidos chamados de "esquerda", o termo "esquerda" passou a ser aplicado ao PSDB, o aliado menos radical, apesar do partido não ter mudado de posicionamento político.

2023 Editar

Março de 2023 Editar

Os venezuelanos lançam ataques perigosos contra o Brasil. Eles incendiam o porto de Belém, bombardeiros derrubam a ponte do rio Niterói, a assembleia de Roraima é demolida e um shopping de Fortaleza é bombardeado. Ambos os países incendiam plataformas petrolíferas um dos outros.

Outubro de 2023 Editar

Caracas é ocupada por tropas brasileiras e o governo local é destituído, dando fim à guerra. O bolivarianismo é destruído e o Bolsonaro exige indenização que os venezuelanos não podem pagar.

Relatório geral de 2024 Editar

Os dados divulgados pelo governo são adulterados pelo ministério da verdade e os relatórios reais censurados. Dados divulgados pelo governo:

  • Aumento impressionante no PIB
  • O número de carros circulando e de eletrodomésticos e móveis vendidos é surpreendente
  • Aumento no número de traficantes presos
  • Aumento no poder militar do país
  • Redução na percepção de corrupção
  • Obras incríveis de infraestrutura

Consequências observadas em relatórios estrangeiros:

  • Aumento na carga de trabalho para a média de 45 horas semanais.
  • Os salários líquidos continuam iguais em relação à inflação, mesmo sem encargos trabalhistas e contribuição previdenciária.
  • Aumento na violência gerada pelo narcotráfico. Muitos bairros e favelas se tornam redutos de quadrilhas. Muitas armas são obtidas facilmente de "pessoas de bem" laranjas. Curiosamente, o número de assaltos a casas de "pessoas de bem" com posse de arma aumentou muito.
  • Aumento no número de homicídios entre "cidadãos de bem", bem como o número de homicídios em violência doméstica. A causa é a liberação de armas.
  • O trânsito se torna caótico por causa do excesso de veículos. Há diminuição no uso de transporte coletivo e muitas linhas passam a ter poucos ônibus.
  • Aumento na concentração de renda causado por medidas neoliberais que causam desemprego e aumentam o lucro das empresas tornando o trabalhador mais barato.
  • Aumento na poluição urbana por causa de veículos e na poluição de rios por causa de agrotóxicos e mineração.
  • Aumento na ocorrência de doenças por causa dos problemas ambientais causados pela poluição e falta de leis ambientais.
  • Diminuição na expectativa de vida por falta de tratamento médico gratuito.
  • O desemprego não foi resolvido mesmo existindo muitos trabalhadores aceitando emprego ruim para não ficar desamparado.
  • Diminuição na escolaridade causada pela dificuldade de pagar pela educação e pela necessidade de emprego antes de terminar os estudos.
  • Aumento na submissão feminina por não ter licença à maternidade e por precisar de depender do pai do bebê.
  • Aumento no número de igrejas evangélicas acompanhado pela diminuição em atividades de lazer. A igreja se torna um lugar onde as pessoas buscam amparo psicológico por causa dos inúmeros problemas.
  • Aumento na pobreza e no número de mendigos.
  • O Brasil passa a ser o quinto no mundo em gastos militares
  • A carga tributária não diminuiu mesmo com a redução do papel do governo, por causa do dízimo obrigatório, gastos excessivos com militares e obras faraônicas para vias urbanas.
  • O preço dos combustíveis continua alto, mesmo com a privatização da Petrobrás. Os apoiadores de Kroch criam leis que favorecem o monopólio das indústrias Kroch, que levam o lucro para fora do país.
  • 140 000 mortos por repressão a manifestações e perseguição política. Além disso, 50 000 estão presos por perseguição política.

Pontos criticados por democracias europeias:

  • Poder do presidente de instituir Ato Inconstitucional
  • Poder do presidente de caçar mandatos de qualquer político ou juiz
  • Abolição da CLT
  • Proibição de greves
  • Extinção do SUS
  • Anulação de leis ambientais
  • Armamento da população
  • Fortalecimento da guerra às drogas
  • Privatização da Petrobrás
  • Criação de mais termelétricas
  • Incentivo ao consumismo tornando automóveis baratos
  • Privatização das universidades públicas
  • Introdução nas escolas de: ensino religioso, escola sem partido, disciplinas da ditadura e culto à pátria
  • Reforma radical da previdência e fim da previdência pública para os jovens
  • Privatização de todas as instituições públicas
  • Aumento no salário de militares
  • Expulsão de povos indígenas para terras ruins
  • Eleições por voto de papel
  • Proibição de protestos e manifestações
  • Censura na imprensa
  • Recriação do DOI-CODI, uma polícia secreta que pode prender e torturar qualquer um suspeito de oposição.

Guerra civil de libertação do Brasil Editar

Setembro de 2024 Editar

Bolsonaro está muito impopular com a população. Os custos da guerra contra a Venezuela causaram inflação. Muitos militares desertaram durante a guerra e muitos estão desertando por causa da crise causada pelo governo. As revoltas populares voltam com mais intensidade, mesmo com repressão.

Militares insatisfeitos e para-militares se unem com militares e rebeldes uruguaios e iniciam uma guerrilha contra o governo brasileiro. Os militares uruguaios são maioria no grupo por não terem vínculo com as forças armadas brasileiras. O grupo criado se chama Forças de Libertação Popular (FLP).

Outubro de 2024 Editar

Porto Alegre é ocupada de surpresa pela FLP dando o início da libertação do Rio Grande do Sul. O governo federal envia reforços e a região sul começa a passar por uma guerra civil. A resistência local no Uruguai começa os esforços de libertação, facilitada pela ocupação de Porto Alegre.

Dezembro de 2024 Editar

O Uruguai é libertado e prepara as forças armadas para dar apoio à FLP.

A Argentina anuncia bloqueio comercial ao Brasil e apoio à FLP.

Os Estados Unidos anunciam neutralidade, mas prometem vender armas e recursos para qualquer um dos lados.

Desertores do exército brasileiro fogem para o Paraguai, onde criam uma base do FLP e planejam operações de ataques ao Brasil de Bolsonaro. O Paraguai dá apoio, mas prefere não se envolver com a guerra.

Janeiro de 2025 Editar

A marinha brasileira coloca Florianópolis sob lei marcial e transforma a ilha numa base militar.

As atrocidades da guerra continuam no interior do Rio Grande do Sul.

Bolsonaro nomeia um marechal para cuidar da guerra.

Março de 2025 Editar

Tropas da FLP reunidas no Paraguai invadem o Paraná e ocupam Cascavel, onde fazem uma base militar.

Abril de 2025 Editar

A FLP conquista Criciúma e Chapecó.

Maio de 2025 Editar

Notícias da FLP são espalhadas pelo Brasil. A imprensa censurada afirma que o Brasil está em guerra contra o Uruguai e que os uruguaios são perigosos e querem destruir a família brasileira e implantar uma máfia de traficantes no país.

Muitas pessoas na região do Brasil apoiam a FLP e resolvem ajudar com sabotagem e espalhamento de notícias falsas.

Junho de 2025 Editar

Sem condições de controlar a população, uma revolta no Rio de Janeiro ocorre durante vários dias e o governo local é tomado por rebeldes. A polícia militar local se vira contra o governo federal. O governo federal envia reforços criando outro cenário de guerra no estado.

Julho de 2025 Editar

Várias cidades do Nordeste se revoltam e são reprimidas pelas autoridades.

Agosto de 2025 Editar

Revoltas populares ocorrem em Curitiba. O governador foge, mas um general do Brasil ocupa o cargo e implanta lei marcial na cidade.

Setembro de 2025 Editar

A FLP conquista Lages e Tubarão em Santa Catarina. O prefeito de Blumenau trai o Brasil de Bolsonaro e se une à FLP. Enquanto isso, o povo de Joinvile faz revolta contra o governo federal que é combatida pela autoridade local.

Outubro de 2025 Editar

A FLP avança para Guarapuava no Paraná. A cada conquista, novos soldados são recrutados.

Novembro de 2025 Editar

A FLP avança para Ponta Grossa se aproximando de Curitiba.

Dezembro de 2025 Editar

As forças de Bolsonaro invadem Cascavel, aproveitando descuido da FLP.

Janeiro de 2026 Editar

A FLP falha na tentativa de invadir Florianópolis. As pontes para a ilha são destruídas.

Fevereiro de 2026 Editar

Terroristas matam autoridades de Joinvile e o sucessor declara apoio à FLP. Santa Catarina está quase conquistada, mas o litoral está dominado pela Marinha, inclusive Florianópolis, que se encontra sob lei marcial.

Março de 2026 Editar

Desertores roubam um submarino em Santos e afundam vários navios da marinha que levavam reforços para Florianópolis. Os desertores foram presos e fuzilados.

Abril de 2026 Editar

A FLP chega a Curitiba e começam um cerco em torno da região metropolitana e começam a avançar aos poucos. O prefeito de São José dos Pinhais renuncia e foge para o interior por medo de guerra e isso facilita o avanço da FLP.

Maio de 2026 Editar

O Rio de Janeiro se torna uma anarquia sem controle, onde forças locais, forças federais e quadrilhas locais disputam o controle da região.

Junho de 2026 Editar

Forças federais invadem Guarapuava e encontram resistência.

Julho de 2026 Editar

Curitiba é finalmente conquistada. A notícia se espalha pelo estado e causa deserção de vários militares no estado. Londrina se declara contra o governo federal e as tropas em Maringá resolvem atacar Londrina.

Agosto de 2026 Editar

Parte das forças federais em Cascavel desertam e outra parte recua para Maringá.

Setembro de 2026 Editar

O presidente da Bolívia havia se reunido secretamente com líderes da FLP. A Bolívia inicia um ataque surpresa em direção a Campo Grande.

Outubro de 2026 Editar

O povo destrói pontes no estado de São Paulo para atrasar reforços enviados pelo governo federal ao Paraná e ao Mato Grosso do Sul.

Novembro de 2026 Editar

A marinha brasileira recupera Joinvile e Itajaí após um combate notoriamente violento.

Dezembro de 2026 Editar

Os bolivianos conquistam Campo Grande e entregam o governo para a oposição local.

Janeiro de 2027 Editar

A FLP conquista Maringá. As forças federais recuam para Dourados no Mato Grosso do Sul para atrapalhar a comunicação.

Fevereiro de 2027 Editar

Uberlândia declara apoio à FLP, muitos apoiadores mineiros se reúnem lá.

Março de 2027 Editar

Terroristas detonam várias bombas na cidade de São Paulo explodindo igrejas de Edir Macedo.

Abril de 2027 Editar

Bolsonaro propõe acordo de paz com Uruguai e Bolívia para poder reduzir o peso da guerra. Ele concede independência ao Uruguai e paga indenização para os bolivianos.

Bolsonaro liberta a Venezuela, que é deixada isolada em ruínas.

Maio de 2027 Editar

Os bolivianos enrolam um pouco para se retirar com a desculpa de que foram capturados pela FLP. A FLP conquista Dourados com ajuda dos bolivianos. Os bolivianos se retiram e desejam boa sorte à FLP.

Junho de 2027 Editar

Mesmo com crise econômica e destruição causada pela guerra. As forças federais invadem Blumenau e fazem um cerco em Curitiba.

Julho de 2027 Editar

O governo federal tenta construir pontes na fronteira do Mato Grosso do Sul com são Paulo, mas muitos trabalhadores sabotam a obra.

O governo federal destrói a BR 060 para atrasar o avanço da FLP.

Goiânia fica sob lei marcial.

Agosto de 2027 Editar

A anarquia no Rio de Janeiro se espalha para o Espírito Santo.

Setembro de 2027 Editar

Com a crise e falta de eleições causadas pela guerra, vários governos estaduais e municipais renunciam ou são derrubados por lideranças locais.

Em São Paulo, Ribeirão Preto e Campinas declaram que não podem mais ajudar na guerra fornecendo alimentos e soldados, porque tem problemas locais para resolver.

Acre e Roraima declaram independência do Brasil.

Outubro de 2027 Editar

Os rebeldes de Uberlândia se organizam e começam a ir para Uberaba. Enquanto isso, Curitiba é recuperada pelo governo federal, que começa a avançar em Santa Catarina vindo do litoral.

Novembro de 2027 Editar

A FLP chega em Três Lagoas e estabelece uma base no lugar.

Pernambuco e Ceará declaram independência do Brasil.

Dezembro de 2027 Editar

Os rebeldes de Uberlândia ocupam Itumbiara com ataque rápido de surpresa. O ataque feito a Uberaba foi uma distração para desviar a atenção das tropas do governo federal.

A chegada das tropas em Uberaba não agradou a população e a cidade entrou em caos.

Janeiro de 2028 Editar

Usando as hidrovias do rio Paraná e Paranaíba, a FLP chega em Itumbiara.

A notícia da conquista de Itumbiara aumenta o número de deserções em Minas Gerais. Belo Horizonte é paralisada com revoltas populares. Os rebeldes resolvem se unir para enviar reforços para Goiás. As forças militares locais ficam confusa e com baixa disposição e por isso se dedicam a reprimir manifestações. As cidades mineiras de Governador Valadares, Divinópolis, Montes Claros e Patos de Minas declaram apoio à FLP e enviam reforços.

Fevereiro de 2028 Editar

A FLP caminha em direção a Goiânia onde começa um cerco.

O governo federal abandona as lutas na região Sul para se concentrar na região central. Forças vindas de São Paulo são enviadas para Uberlândia e para o rio Paraná.

Março de 2028 Editar

O governo federal destrói uma hidrelétrica no rio Paraná para matar muitos barcos com soldados da FLP que estava subindo o rio. Várias cidades da região passam por apagão.

Abril de 2028 Editar

As forças federais vindas do Distrito Federal chegam em Goiânia e combatem a FLP causando muitos danos. Para a sorte da FLP, reforços vindos de Minas Gerais chegam e ajudam a FLP no combate. Com isso, Goiânia é conquistada.

Maio de 2028 Editar

As forças do governo federal que planejavam um ataque a Uberlândia resolvem desertar e abandonar a guerra ao chegar na cidade. O apagão, a conquista de Goiânia e a proximidade com da queda de Brasília diminui a fé dos militares e a disposição para lutar.

Junho de 2028 Editar

A guerra chega em Anápolis com mais violência e deixa a cidade em ruínas.

As revoltas em Belo Horizonte saem do controle. Revoltas começam a ficar mais frequentes em várias cidades da Bahia. Vários nordestinos resolvem ajudar a FLP na guerra.

Julho de 2028 Editar

O governo federal cerca o Distrito Federal para defendê-lo.

Reforços de Minas Gerais e da Bahia se reúnem em Unaí.

Agosto de 2028 Editar

A FLP vence a batalha de Anápolis e chega ao Distrito Federal.

As forças federais no Rio de Janeiro e no Espírito Santo desistem e passam para o lado do governo local. Eles resolvem se unir contra quadrilhas para recuperar o controle dos estados e resolvem esperar o resultado da batalha do Distrito Federal para tomar decisão sobre o destino do país.

Setembro de 2028 Editar

O Distrito Federal continua sendo atacado por forças vindas Anápolis e Unaí. Existe uma grande resistência em Brasília e as forças impedem um cerco na cidade.

Tropas de São Paulo tentam ir ao Distrito Federal para ajudar o governo federal, mas no caminho encontram resistência das tropas de Minas Gerais.

Outubro de 2028 Editar

Várias pessoas comuns interceptam e saqueiam comida e recursos destinados a militares em Brasília.

Pessoas vindas de vários cantos do Brasil chegam a Brasília, mesmo sem armas, e formam uma multidão na praça dos três poderes.

Enquanto isso, as tropas paulistas vencem as tropas mineiras aos poucos, por estar em maior número.

Novembro de 2028 Editar

Bolsonaro percebe que não pode fazer mais nada e suicida em silêncio. O marechal é o primeiro a perceber a morte de Bolsonaro, anuncia que vai ocupar o cargo de presidente para manter a ordem social, que manterá as reformas de Bolsonaro e que realizará eleições em 2030 e pede para parar com a guerra.

A FLP e a multidão discordam do marechal e começam a invadir prédios do governo. Os militares, sem saber em quem atirar, abaixam as armas. O povo invade o congresso e o palácio do planalto e um dos líderes anuncia o fim da guerra, a escrita de uma nova constituição seguidas por eleições gerais. Os guerrilheiros da FLP confiscam as armas dos militares e começam a vigiar a nova constituinte e manter a segurança da revolução.

Começa a prisão e o julgamento de muitos beneficiados e apoiadores da ditadura.

Estados que se tornaram independentes, com exceção do Acre, voltam para o Brasil. O caos no Rio de Janeiro e no Espírito Santo é resolvido. Cidades ocupadas pelas tropas de Bolsonaro são libertadas.

Saldo da guerra: 5 milhões de mortos.

Dezembro de 2028 Editar

Uma nova constituição é escrita assegurando os direitos humanos e o combate à corrupção. Todas as medidas de Bolsonaro foram revogadas.

Enquanto isso, candidaturas são definidas, mesmo sem partido para eleições locais e federais.

Janeiro de 2029 Editar

As eleições são feitas às pressas para começar a reconstrução do Brasil o mais rápido possível.