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Real Aeronáutica do Brasil
Força Aérea - Cópia.png

País

Brasil

Subordinação

Ministério da Defesa

Sigla

AEB

Criação

1915

Lema

Custodiat Vobis Cæli
(latim: "Vigiem seus Céus!")

Guerras

Primeira Guerra Mundial (1914-1918)/ Segunda Guerra Mundial (1939-1945)/ Primeira Guerra do Terror (1999)/ Segunda Guerra do Terror (2007)

Efetivo

120 454 militares/ 2500 aeronaves/ 47 satélites de inteligência/ 120 ICBMs/ 38 SODAMs (Satélite Orbital de Defesa Anti-Míssil)

Comandante-em-Chefe

Rei Marco II das Províncias Unidas do Brasil

Regente-Comandante

Chanceler Maia Grimaldi de Castro

Chefe do Estado-Maior

General-do-Ar Benjamin Lemos de Abreu

A Real Aeronautica do Brasil é o ramo aéreo das Forças Armadas do Brasil e um dos três serviços uniformizados nacionais. A AEB foi formada quando os ramos aéreos do Exército e da Marinha foram fundidos em uma força militar única. Ambos os ramos do ar transferiram seus equipamentos, instalações e pessoal para a nova força armada.

Formalmente, o Ministério da Aeronáutica foi fundado em 19 de Abril de 1915 e o seu ramo militar foi chamado "Real Força Aérea Nacional", alterado para "Real Aeronáutica do Brasil" (AEB) em 22 Junho daquele ano. Os ramos aéreos do Exército ("Corpo do Ar") e da Marinha ("Frota-do-Ar") foram extintos e todo o pessoal, aeronaves, instalações e outros equipamentos relacionados foram transferidos para a AEB.

A Real Aeronáutica do Brasil obteve seu batismo de fogo durante a Prmeira Guerra Mundial participando da guerra antissubmarino no Atlântico Sul e, na Europa, como integrante da Força Expedicionária Brasileira que lutou ao lado dos Entende na frente Europeia e Africana.

De acordo com o Flight International e do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, a AEB tem uma força ativa de 120.454 militares e opera em torno de 2500 aeronaves, sendo a maior força aérea do hemisfério sul e a segunda na América, após a Força Aérea dos Estados Unidos.[5]

História Editar

A Real Aeronáutica Brasileira a primeira e mais antiga força aérea independente do mundo, foi criada em 19 de Abril de 1915, através do Decreto Real 2.373. Sua criação se deveu ao inicio da Primeira Guerra Mundial e tinha como função fornecer suporte aéreo às tropas brasileiras que lutaram na Europa entre os anos de 1915 e 1918. Porém suas origens remetem à Guerra Anglo-Brasílica (1849-1854), onde tanto o Exercito quanto a Marinha, usaram balões para observação no campo de batalha e protótipos de dirigíveis bombardeiros à vela, sendo Brasil o primeiro pais do mundo a utilizar artefatos aeronáuticos no campo de batalha.

O uso de veículos aéreos na guerra, porém, não se disseminaria até o início do século XX. Os avanços na construção de dirigíveis e, posteriormente, a invenção do primeiro avião em 1902 por Alberto Santos Dumont, no Guarujá, tornariam a Aeronáutica um ramo do conhecimento de grande interesse para os militares. Tal interesse leva à criação em 1908 da Corpo-do-Ar do Exército do Brasil, a primeira força militar de aviação do mundo, e em 1909 da Frota-do-Ar da Marinha do Brasil, as chamadas Ordens-do-Ar.

Com o maior desenvolvimento da tecnologia aeronáutica, e a necessidade de uma maior independência das tropas aéreas, o Decreto Real 2.373 de 19 de abril de 1915 que desvincula as Ordens-do-Ar de suas respectivas armas e cria uma nova, a Real Aeronáutica do Brasil (AEB).

CriaçãoEditar

Porém antes mesmo da criação da AEB ja havia por parte da grande maioria dos aviadores militares brasileiros o desejo se se criar uma nova força militar que fosse independente da Marinha e do Exercito. O primeiro manifesto público para criar um serviço aéreo militar independente surgiu em 1911, quando um major do Corpo-do-Ar do exército chamado Francisco Amorim escreveu um artigo chamado A necessidade de uma Aeronáutica Independente.

Um dos principais defensores do plano para criar uma força aérea independente foi o então Chanceler Caio Soares . Ele organizou um grupo de estudos no início de 1914 e toda a estrutura do Ministério da Aeronáutica foi criada no final desse ano. Esta nova agência governamental era a responsável por todos os aspectos da aviação civil e militar, incluindo regulação, infraestrutura e organização.

Seu primeiro comandante foi o General-de-Divisão Romeu da Costa Cunha que comandava o Corpo-do-Ar do Exercito do Brasil. Tendo o mesmo sido nomeado para tal função no dia 20 de abril de 1915 e transferido para a nova AEB onde foi promovido ao recém criado posto de General-do-Ar e teve como uma de suas primeiras funções como comandante da nova arma a de organizar a nova força militar e preparar os pilotos militares brasileiros para atuar na Europa.

No dia 05 de maio de 1915 a então Escola de Aviação do Exercito localizada no Campo dos Afonsos na cidade do Rio de Janeiro foi transformada na Real Academia da Aeronáutica (RAAe). Um dos maiores desafios enfrentados pelo General-do-Ar Romeu na organização da nova arma e a transforma-la em uma força militar com capacidade ofensiva, pois tanto o Corpo do Ar, do Exercito, e a Frota do Ar, da Marinha, que eram consideradas unidades auxiliares de suas forças, possuindo em sua maioria de aeronaves de observação, no exercito e de patrulha na marinha. A capacidade ofensiva destas unidades aéreas era bastante restrita, sendo que apenas o Corpo de Ar tinha aeronaves capazes de realizar missões de bombardeio, ainda que em pequena quantidade, não dispondo nenhuma das forças de aeronaves de Caça.

Por esse motivo foi solicitada a empresa Dumont Aviação a construção de uma aeronave de caça e de novas aeronaves de bombardeiro e observação.e a Fabrica Real de Munições e Material Bélico a construção de armas e munições que pudessem ser utilizada nas novas aeronaves
Caças D-1 .jpg

Pilotos brasileiros ao lado de caças D-2 na França

Foram criadas as Brigadas Aéreas. Cada brigada seria composta por três Grupos sendo; um Grupo de caça, um Grupo de bombardeio e um Grupo de reconhecimento e observação, posteriormente ao longo da guerra foram criados os Grupo de transporte. Ao longo da guerra foram enviadas sete brigadas aéreas para Europa, e uma para África.

Foram desenvolvidos pela Dumont Aviação o bombardeio D-1 Gavião, o caça D-2 Harpia e o avião de observação de reconhecimento D-3 Observador que foram os primeiros aviões a serem utilizados em combate pela AEB

Também foram criadas as Brigadas Costeiras com as aeronaves e tripulações da antiga Frota-do-Ar, que tinha por função realizar missões de patrulha marítima e ataques a alvos navais.

Atuação na 1ª Guerra Mundial (1914-1918)Editar

Os primeiros pilotos e aviões de combate da 1ª Brigada Aérea desembarcaram no porto de Marselha juntamente com as tropas do 2º Corpo Expedicionário do Exercito Brasileiro no dia 05 de janeiro de 1916 e em 15 de Janeiro do mesmo ano os tenentes Cleosvaldo Siqueira e José Lins realizaram o primeiro voo na zona de combate, fazendo observações de alvos para a artilharia do 1º Corpo do Exercito. Porém a primeira atuação em combate da AEB se deu na manhã dia 16 de janeiro quando cinco aviões D-1 realizaram um bombardeiro a posições do exercito alemão em Verdum. Neste mesmo dia ocorreu o primeiro combate aéreo entre a AEB e a Real Força Aérea Alemã, quando quatro caças D-2 decolaram para interceptar um um avião de observação alemão acompanhado por 5 caças de escolta. Neste combate três aviões brasileiros foram derrubados com a perda de seus pilotos, porém três caças alemães mais o avião de observação foram derrubados pelos pilotos brasileiros.

O primeiro piloto brasileiro a ser considerado um Ás, ou seja, ter mais de 5 vitorias aereas, foi o então Capitão-aviador Rômulo da Silva Neto que entre os anos de 1916 e 1917 (ano em que foi gravemente ferido e teve que se retirar do conflito) derrubou um total de 77 aeronaves inimigas sendo considerado o segundo maior Ás do conflito atrás apenas de Manfred von Richthofen, o Barão Vermelho. Até o final do conflito outros vinte e très pilotos brasileiros foram considerados ases, entre os quais podemos destacar o Tenente Roberto Magno, com 40 vitórias, o Tenente depois promovido a Capitão, Cleosvaldo Siqueira, com 32 vitórias e o Major Honório Trindade com 45 vitórias.

A AEB foi a única força aérea a atuar na África durante o conflito quando 10ª Brigada Aérea foi enviada para aquele continente, com parte da brigada sendo enviada a então colônia de Angola e a outra parte enviada para a colônia portuguesa de Moçambique como parte da Força Expedicionária Luso-brasileira que foi enviada àquelas colônias para combater as tropas do general alemão Von Lettow-Vorbeck

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Fabrica Avançada em território Frances

Durante a guerra devido a grande demanda da AEB por novas aeronaves de combate e a dificuldade em envia-las rapidamente do Brasil diretamente até a zona de combate, já que na época as aeronaves tinham pouco alcance e não tinham condição de fazer viagens transoceanicas, levou a AEB usar durante algum tempo de aeronaves de fabricação inglesa e francesa, porém essas a despeito de suas qualidades, eram consideradas pelos pilotos da AEB inferiores as de fabricação brasileira. Esse motivo levou a Dumont Aviação criar no final de 1916 em pleno território frances duas fabricas avançadas de construção aeronauticas. As partes das aeronaves eram fabricadas no Brasil utilizando-se de novas técnicas de fabricação, e levadas atraves de navios até os portos franceses onde essas peças eram transportadas até umas das fabricas que montavam as aeronaves e as encaminhavam diretamente para a zona de combate conforme a necessidade. Essas novas técnicas de produção foram tão eficientes que ao final de 1917 esquadrões franceses, americanos e ingleses eram equipados com aviões brasileiros, pois a propria AEB não conseguia utilizar todos os aviões produzidos pelas fabricas.

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Dirigivel Andorinha atracado em Socotra

Também foi criada durante a guerra o CAN - Correio Aereo Nacional - que teve papel importantissimo para o pais durante o conflito pois permitia os transporte rapido de pequenas cargas e correspondencias por todo o pais e seus territorios coloniais, aumentando assim a integração nacional. o CAN foi pioneiro no uso de balões dirigiveis para transporte de cargas a longas distancias inclusive sobre os oceanos, onde não raras vezes os navios da Marinha eram apoiados por esses dirigiveis que levavam desde cargas a membros da tripulação.

Período entre guerras (1918-1939) Editar

O período entre guerras foi para a AEB de grande importância, pois se consolidou todo conhecimento apreendido nos campos de batalha da Europa. Também foi um período de relativa paz com o AEB atuando apenas em pequenos conflitos coloniais e disputas fronteiriças.

Em 1920 a AEB passou por sua primeira grande reorganização. As brigadas aéreas foram extintas e em seu lugar foram criados o Comando de Caças e o Comando de Bombardeiros e posteriormente em 1921 foi criado o Comando de Transportes e o Comando Costeiro (este transferido para a Marinha em 1930), todos eles subordinados diretamente ao Estado-Maior das Real Força Aérea.

Neste período o pioneirismo e inventividade brasileira fez-se visível, houve grande avanço tecnológico por parte da AEB, com o desenvolvimento de novas tecnologias, como o motor a jato. No início da Segunda Guerra Mundial em 1939, grande parte da frota aérea brasileira era formada por aviões a jato, enquanto o segundo país a utilizar a tecnologia, a Alemanha, só desenvolveria seu primeiro protótipo viável ao fim do mesmo ano e não empregaria a tecnologia em batalha até o fim da guerra.

A AEB foi tambem um dos primeiros paises a utilizar de aparelhos de Radar para realizar a detectação de aeronaves, sendo que o primeiro aparelho do tipo foi instalado na recem-criada Base Aerea de Canoas em 1934. Tendo em vista as qualidades do novo aparelho para a detectação de aeronaves outros sistemas de radares foram instaladoes em pontos estratégicos por todo territorio brasileiro, especialmente no litoral.

Segunda Guerra MundialEditar

Atuação na Europa Editar

Desde que Hitler ascendeu ao poder em 1933 às relações entre o Brasil e a Alemanha começaram a se deteriorar, atingindo um nível de quase hostilidade entre ambos. Tal fato não passou despercebido pelo Comando Militar Brasileiro que já prevendo a possibilidade de uma que uma guerra poderia ocorrer na Europa, e que inevitavelmente essa guerra envolveria

o Brasil, passou a reforçar a posição militar do Brasil no continente.
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D-25 Tubarão

O comando da AEB já vinha se preparando desde os primórdios de 1939, enviando aeronaves, equipamentos e pilotos para Cádiz e Raoni Castro na ilha da madeira, pensou-se em criar uma ala aérea em Zenith, porém a ideia foi descartada, pois devido ao pequeno território da cidade aliado a sua posição no mar Báltico, dificilmente haveria tempo hábil para qualquer reação eficaz em caso de ataque, tendo sido reforçado apenas as defesas antiaéreas da cidade.

Após a invasão de Zenith no dia 11 de Junho de 1940 o Brasil declara guerra à Alemanha e a Itália, e uma das primeiras ações da AEB foi realizar na noite do dia 12 de junho bombardeiros a posições alemãs em território francês além de intensificar juntamente com a aviação naval as patrulhas antissubmarinas, no atlântico norte.

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C-2 Cobra

Com o acordo firmado pelo Pacto de Londres o Brasil

se comprometia caso fosse atacado enviar imediatamente tropas e armas para combater a Alemanha, e que tais tropas teriam livre acesso aos territórios da França e Inglaterra. Com a queda da França e a invasão de Zenith foi acertado com o governo inglês que tropas brasileiras seriam enviadas para as ilhas britânicas. Ficou a cabo da AEB enviar  aeronaves e pilotos para reforçar a defesa das ilhas. Porém para surgiu um problema para o alto comando militar da aeronáutica, metade da força de caças da AEB era constituída por aeronaves C-1 Acauã com motores a jato, uma novidade para a época. A existência de tais aeronaves era de conhecimento publico, mas seus motores eram considerados segredos de estado e mantidos sob o mais absoluto sigilo, e se sabia através de informes de inteligência fornecidos pelos IBIS que tanto Inglaterra quanto Alemanha, tentavam desenvolver esta tecnologia, porém sem alcançar os mesmos resultados que o Brasil. Temia-se que ao levar estas aeronaves para Inglaterra, as mesmas pudessem cair em mãos alemãs ou mesmo que os ingleses, apesar de aliados, pudessem tentar obter essa tecnologia. Sendo assim ficou decidido que seriam enviados, em um primeiro

momento apenas caças D-25
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C-1 Acauã

Tubarão e os novos C-2 Cobra que tinham motores a

pistão.

O primeiro Grupo de Caças brasileiro chegou à Inglaterra no dia 05 de Agosto de 1940 em meio a Batalha da Inglaterra, os aviões foram trazidos desmontados em navios cargueiros sob forte escolta da marinha brasileira e vindos diretamente da base de Raoni Castro nos Açores. A que se destacar que durante essa operação de transporte e nas que ocorreram posteriormente os comboios navais eram fortemente atacados tanto por submarinos quanto por bombardeiros alemães. Esta Ala era composta por dois esquadrões de caça o 5º  Esquadrão de Caças (Harpia) com 24 caças D-25 e o 1º Esquadrão de Caças (Jambock) com 20 caças C-2 comandados pelo Major Nero Moura. Cinco dias após sua chegada à Inglaterra os primeiros caças brasileiros entraram em combate contra a Luftwaffe. Até o final da batalha da Inglaterra em outubro de 1940, foram enviados ao território inglês cerca de 300 caças e igual quantidade de pilotos, um numero pequeno se comparado com os efetivos da RAF e da Lufwaffe, porém que contribui enormemente para o esforço de guerra, sendo perdidos em combate cerca 108 aeronaves e 70 pilotos.


Avanço Tecnológico Editar

Operações Editar

O Teste SODAM e a Crise dos Satélites Editar

Os SODAMs, segundo a revista The Scientist, são o mais avançado e eficiente sistema de defesa anti-míssil do mundo. Foi testado ainda em 2010, sob a supervisão da ONU, quando um míssil Imoogi desarmado foi lançado da Base Han, em Jeju, e foi destruído automaticamente por um SODAM enquanto sobrevoava o Pacífico. 

O teste, porém, acirrou as relações com a Coreia do Norte, já difíceis por causa da revelação da existência da Base Han em 2008 e levou à Crise dos Satélites. Vendo o lançamento como uma ameaça, o ditador coreano Kim Jong-il lançou quatro mísseis contra Jeju, sendo destruídos ainda no lançamento por um SODAM. A Crise levaria ao Incidente de Chungsan. O Sistema SODAM, porém, ainda é usado e é o único no mundo.

OrganizaçãoEditar

O Comando militar da força é exercido pelo Comando da Aeronáutica - COMAER, ao qual estão subordinados três Comandos-Gerais, três departamentos e diversos outros órgãos relacionadas com o funcionamento e administração da aviação brasileira, tanto civil como militar, e da pesquisa e desenvolvimento aeroespacial.

  • Os três Comandos Gerais são:
    • Comando-Geral de Operações Aéreas
    • Comando-Geral de Apoio
    • Comando-Geral de Pessoal
  • Os três Departamentos são:
    • Departamento de Controle do Espaço Aéreo
    • Departamento de Ensino da Aeronáutica
    • Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial


Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR)Editar

É ao Comando de Operações Aéreas (COMGAR) que estão subordinadas as unidades aéreas, bases aéreas e órgãos afins sendo este o maior Comando da AEB. Ou seja, o COMGAR é o braço armado da Real Aeronautica Brasileira.

Na estrutura do COMGAR, as unidades aéreas são agrupadas em seis comandos, a saber:

  • Comando Aereo de Treinamento (CATre), com sede na cidade de Natal. Engloba as unidades de preparação avançada de pilotos da FAB.
  • Comando Aereo de Operações Especiais (CAOpES), com sede na cidade do Rio de Janeiro. Engloba as unidades de helicópteros e de aviões que realizam missões especiais e as unidades de busca e salvamento,
  • Comando de Defesa Aeroespacial, (ComDAe), com sede na cidade de Gama, DF. Coordena e gerencia o emprego das unidades aéreas responsaveis pela defesa aérea. O ComDae tem atualmente sob sua responsabilidade 15 esquadrões de caças interceptadores, alem de operarem o sistema SODAM.
  • Comando Aereo-Tatico) (ComAT) com sede na cidade de Brasília, DF. Coordena e gerencia o emprego das unidades aéreas responsaveis por realizar funções de ataque e apoio tatico as unidades do Exercito.
  • Comando Aereo Estratégico (CAE) com sede em Palmas, TO. Coordena e gerencia o emprego das unidades aéreas de emprego estratégico (Bombardeiros) da AEB. O CAE também é responsavel pela operação de plataformas fixas subterraneas de lançamento de misseis balisticos intercontinentais (as moveis são de responsabilidade do Exercito). Atualmente o CAE tem sob sua responsabilidade 4 esquadrões de bombardeiros), 4 de Caças-bombardeiros, 2 esquadrões de apoio e um numero não determinado de plataformas de lançamento de misseis.
  • Comando Aereo de Transporte (ComATra), com sede na cidade do Rio de Janeiro. É responsável pelas unidades de transporte, reabastecimento em vôo (REVO), lançamento de paraquedistas e apoio a unidades do Exército.

As unidades aéreas são as organizações militares que reúnem os meios operacionais da força. Cada unidade possui uma função específica, além de aeronaves, pessoal e instalações que assegurem o seu funcionamento.

As bases aéreas, por sua vez, estão organizadas através de uma divisão regional do território brasileiro, onde cada região (num total de nove) fica subordinada a um Comando Aéreo Regional (COMAR). São eles:

  • I COMAR, com sede em Belém e jurisdição sobre os provincias do Pará, Amapá e Maranhã, Tapajós, Carajás, Guyana Ocidental, Suriname e Guyana Oriental.
  • II COMAR, com sede em Recife e jurisdição sobre os provincias do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, São Francisco.
  • III COMAR, com sede no Rio de Janeiro e jurisdição sobre as provincias do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, Santa Sofia e Ilheus
  • IV COMAR, com sede em São Paulo e jurisdição sobre os provincias de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
  • V COMAR, com sede em Canoas e jurisdição sobre as provincias do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, Corrientes e Uruguay
  • VI COMAR, com sede em Brasília e jurisdição sobre o Distrito Federal e as provincias de Goiás, Mato Grosso e Tocantins e Araguaya
  • VII COMAR, com sede em Manaus e jurisdição sobre os provincias do Amazonas, Roraima, Acre e Rondônia e Manowan
  • VIII COMAR, com sede em Quito e jurisdição sobre as provincias do Equador e Ucayali.
  • IX COMAR, com sede em Arcanis e jurisdição sobre as provincias de Nova Escandinavia e Patagonia.

Os demais territorios ultramarinhos brasileiros não possuem um COMAR especifico, ficando diretamente sob jurisdição dos Comandos de Áreas.

É função também de cada COMAR a regulamentação e fiscalização da aviação de dos aeroportos civis de cada região

Comandos de ÁreaEditar

Os Comandos de Area foram criados com o objetivo de maximizar a atuação e organização da AEB em todos os territórios ultramarinhos brasileiros. Cada comando de área é responsavel por uma região globo:

  • Comando de Área na Europa, com sede em Zenith, é responsavel, por todas as operações areas da AEB na região da Europa e Atlantico Norte
  • Comando de Área na Africa, com sede em Cadiz, é responsavel pelas operações que ocorram em todo continente Africano.
  • Comando de Área no Oriente Médio, com sede em Socotra, tem como area de atuação todo oriente médio e oceano Indico.
  • Comando de Área no Pacifico Norte, com sede em Jeju, sua área de atuação se estendo por todo pacifico norte e parte da Ásia.
  • Comando de Área no Pacifico Sul, tem sua sede em Vehina, e sua área de atuação é toda a região do pacifico sul e oceania
  • Comando de Área no Caribe, com sede em Argos, Cozumel. É responsavel pelas operações aereas na região do Caribe, america central e américa do norte.

Comando Geral de ApoioEditar

Comando Geral de PessoalEditar

Hierarquia e Especialidades e Ingresso na AEB Editar

Os postos e patentes da AEB em muito se assemelham aos do exercito, pois apesar de ter sido formada através da junção entre das aviações da marinha e exercito a maioria de seus primeiros integrantes incluindo o comandante da força, vinham deste ultimo. Por esse motivo muitas das tradições e costumes do exercito foram levados para a aeronáutica, inclusive a ordenação dos postos e patentes da força.

Ingresso Editar

O ingresso na AEB se da por duas formas, para os praças através do alistamento e para oficiais através de concurso publico.

Para os praças o ingresso ocorre a partir dos 18 anos indo até os 25 anos de idade, sendo liberado para homens e mulheres, para isso o jovem deve se dirigir a um centro de recrutamento da AEB, onde realizará alguns testes de aptidão, caso seja aprovado, será encaminhado para alguma organização da AEB onde fará seu treinamento básico. Após isso, o treinamento básico será de acordo com as suas aptidões e as necessidades da força será encaminhado para o treinamento especializado, servindo após o termino deste por no mínimo três anos e no máximo onze. Caso deseje seguir carreira deverá o militar deve prestar concurso interno para ascender até a graduação de terceiro-sargento, podendo a partir desta graduação chegar até ao oficialato, como oficial não comissionado, podendo atingir a patente máxima de Tenente-coronel.

Para oficiais o ingresso se dá por meio de concurso publico para alguma das três escolas de formação de oficiais, o Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR) localizado na cidade de Belo Horizonte e que forma oficiais Especialistas nas mais diversas areas, como saúde, engenharia, capelães entre outros; Real Academia da Aeronáutica (RAAe) em Pirassununga que forma oficiais nas areas de Aviação, Intentencia, Infantaria e Especialistas; e do Instituto Tecnológico da Aeronáutica, (ITA) em São José dos Campos.que forma oficiais Especialistas nas areas de engenharias aeroespaciais

Especialidades da AEBEditar

A AEB tem quatro areas distintas; Quadro de Aviação, Quadro de Intendência, Quadro de Infantaria e Quadro de Especialistas.

O quadro de aviação corresponde a todos os militares que pilotam aeronaves, e é exclusivo para oficiais que fizeram o Curso de Formação de Oficiais Aviadores da Real Academia da Aeronáutica.

O Quadro de Intendência tem por finalidade prover apoio logístico, financeiro e administrativo a todas as organizações militares da AEB. É formada por oficiais intendentes, Graduados e Praças..

O quadro de infantaria da AEB tem por finalidade realizar a guarda, vigilância e defesa de todas as instalações da força. É também papel da infantaria operar sistemas de defesa antiaérea e realizar operações especiais. Este quadro é constituído por Oficiais Infantes, Graduados e Praças.

O Quadro de Especialistas, é responsável por realizar todas as tarefas de caráter técnico da AEB, como por exemplo a manutenção de aeronaves, operação de sistemas de radares, entre outras. sendo este quadro formado por Oficiais especialistas, graduados e praças.

Postos e Patentes Editar

O posto mais alto da hierarquia da AEB é o de Marechal-do-Ar, porém de acordo com o Decreto Real 530 de 1972, este posto bem como o de Marechal-do-Exercito e Primeiro-Almirante na Marinha, somente são preenchidos em caso de guerra ou em situações excepcionais a titulo honorifico quando a concedido pelo Rei. O ultimo militar elevado a este posto na AEB foi o Marechal-do-Ar Augusto Diógenes Prado, em 1980.

Os postos e patentes da AEB são ordenados da seguinte forma, de forma decrescente:

Oficiais Generais

  • Marechal-do-Ar ( Somente em épocas excepcionais)
  • General-do-Ar
  • General-Brigadeiro
  • Brigadeiro

Oficiais Superiores

  • Coronel
  • Tenente-coronel
  • Major

Oficial Intermediário

  • Capitão

Oficiais Subalternos

  • Primeiro-tenente
  • Segundo-tenente
  • Aspirante-a-Oficial

Graduados

  • Suboficial
  • Primeiro-sargento
  • Segundo-sargento
  • Terceiro-sargento

Praças

  • Cabo
  • Soldado de Primeira Classe
  • Soldado Segunda Classe


O comandante da AEB é chamado de Comandante-do-Ar, esse posto não é considerada uma patente porém e sim um titulo honorifico, pois é concedido pelo Rei. Todos os oficiais formados pela RAAe tem possibilidade de chegar a patente de General-do-Ar, porém o comando da AEB somente pode ser exercido por um oficial do quadro de aviação. Os oficiais formados pelo CIAAR e ITA podem chegar as patentes de General Brigadeiro.

Sistema de Designação de AeronavesEditar

Foi criado no ano de 1939 juntamente com a marinha um sistema de numenclaturas para designar as funcões primarias de cada aeronave, com tres digitos onde o primeiro é a letra designava sua função primaria e o numero posterior o projeto que deu origem aquela aeronave e o terceiro digito seria uma letra que designaria a versão da aeronave, Ex. C-1A; caça (C) do primeiro projeto (1) da versão A.

Esse sistema de designação de aeronaves foi sendo constantemente alterado tendo atualmente a configuração abaixo

DESIGNAÇÃO

FUNÇÃO

A

ATAQUE

B

BOMBARDEIRO

C

CAÇA

D

PLANADOR

E

ELETRÔNICA (GUERRA ELETRONICA)

G

GUIADO (AERONAVES NÃO TRIPULADAS)

H

HELICOPTERO

I

INSTRUÇÃO

L

LIGAÇÃO

O

OBSERVAÇÃO

P

PATRULHA

Q

PROTOTIPO

R

RECONHECIMENTO

T

TRANSPORTE

U

UTILITARIO

V

TRANSPORTE REAL


Também podem ocorrer variações desses sistema, com a junção de duas letras para designar a funcção primaria da aeronave, por exemplo IA-7 Falcão, que é uma aeronave de Instrução mas que também faz missões de ataque.

Lista das principais aeronaves da AEBEditar

Aeronave

Informações

Quant.

Função principal:

Foto

Aviões de caça

C-19 Harpia

É a primeira aeronave Stealth brasileira fabricada pelo consórcio Avibras/Embraer a partir de 2010. É o substituto do caça C-17, sendo o C-19 o segundo caça de 5ª Geração a ser fabricado no mundo (o primeiro é o estadunidense F-22), equipa atualmente 3 esquadrões de caças. Esta prevista a fabricação de cerca de 300 aeronaves para equipar todos os 15 esquadrões de defesa aérea da AEB

72

Defesa aérea/

Interceptação (pode realizar missões de ataque)

YF-23.jpg

C-19 Harpia

C-18 Grifo

Caça multimissão fabricado pela Avibras. Substituiu o caça C-15 Gavião nos anos 90. Pode realizar funções de caça e ataque ao solo entre outras missões além de complementar as missões realizadas pelo C-17 e C-19. Equipa 12 esquadrões da AEB.

350

Caça/Bombardeiro

C-18 Grifo.jpg

C-18 Grifo

C-17 Condor

É o principal caça de defesa aérea da AEB, foi fabricado pela Embraer entre os anos 80 e 90, será totalmente substituído até 2025 pelo caça C-19. Equipa 12 esquadrões de Combate

300

Defesa aérea/

Interceptação

C-19 Condor.jpg

C-19 Condor

Aviões de ataque

A-7 Falcão

Fabricado pela Embraer nos anos 90 o A-7 foi o primeiro avião Brasileiro de combate produzido especialmente para suporte aéreo próximo de forças terrestres, tem uma excelente maneabilidade a baixas altitudes e velocidades, constituindo em uma plataforma de ataque com uma ótima confiabilidade, podendo atacar alvos terrestres como edifícios, carros de combate, infantaria ou outros veículos. Equipa atualmente 8 esquadrões da AEB

160

Ataque/apoio aéreo Aproximado

A-7 Falcão.jpg

A-7 Falcão

A-8 Águia

Produzido pela Dumont Aeronáutica, é a principal aeronave de ataque da AEB. Foi desenhado primariamente para ataque contra alvos terrestres e navais, podendo ser usado tanto em missões diurnas quanto noturnas, em qualquer condição de tempo. Opera atualmente em 10 esquadrões da AEB

250

Ataque Naval/Bombardeiro Tático/Guerra eletrônica

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A-8 Aguia

A-29 Super Tucano


Derivado do treinador avançado T-29 o caça leve A-29 fabricado pela Embraer destinado a ataque a alvos em terra e a realizar missões de apoio a tropas terrestres. Uma de suas principais funções na AEB é a de interceptar aeronaves utilizadas por traficantes e contrabandistas. Equipa 6 esquadrões da AEB

82

Ataque leve

A-29 Super Tucano.jpg

A-29 Super Tucano

Aviões de Bombardeio

B-11 Carcará

Principal Bombardeiro da AEB. Fabricado pela Dumont Aeronáutica nos anos 60, permanece até hoje e operação, tem capacidade de levar mais de 30 ton. de armamentos incluindo armas nucleares. Esta sendo substituído pelo B-12. Equipa atualmente 3 esquadrões da AEB

37

Bombardeiro

B-11 Carcará.jpg

B-11 Carcará

B-12  Destruidor

Projetado e construído pela Avibras o B-12 é um bombardeiro estratégico supersônico, que tem capacidade de levar mais de 50 ton. de armamentos, além de armas nucleares. Esta substituindo o B-11. Atualmente equipa apenas 1 esquadrão da  AEB

12

Bombardeiro

B-12.jpg

B-12 Destruidor

Aviões de Treinamento

I-29 Super  Tucano

Avião de treinamento avançado desenvolvido pela Embraer e utilizado para treinamento dos Cadetes da RAAe

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Treinamento

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IA-29

I-25 Universal


O I-25 foi desenvolvido pela Indústria Aeronáutica Neiva na década de 1960, e é utilizado pela na instrução básica dos Cadetes da RAAe.

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Treinamento

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I-25 Universal

IA-7 Falcão

Avião de treinamento avançado de combate derivado do A-7 é utilizado para treinamento dos pilotos de combate pela Escola de Tática Aérea na cidade de Natal. Pode fazer missões de ataque.

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Treinamento/

Ataque

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IA-7 Falcão

Aviões de transporte Real

(Tradicionalmente tanto os membros da família Real quanto o Chanceler viajam em aviões de carreira pertencentes a empresas aéreas  nacionais, porém em viagens oficiais são utilizados os aviões abaixo)

VT-1

Avião de transporte Real, fabricado pela Embraer. Foi concebido pelo Governo Federal como uma aeronave militar, pronta para receber o Imperador ou o Chanceler tanto em viagens oficiais quanto em casos de instabilidade ou até mesmo ameaça de conflito armado. Tanto que foram instalados equipamentos de uso exclusivamente militar.

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Transporte

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VT-1

VT-99

Fabricado pela Embraer sobre a plataforma do avião ERJ-145 para transportar o Imperador ou o Chanceler em viagens oficiais

4

Transporte

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VT-99

VT-100

Fabricado pela Embraer o VT-100 é um jato executivo adaptado para transporte VIP

4

Transporte

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VT-100

Aviões de transporte

T-200 Imperial

O T-200 foi fabricado pela antiga Dumont Aeronáutica (hoje Avibras) é o maior avião pertencente à AEB, faz missões de transporte pesado de cargas e tropas podendo inclusive levar 2 tanques Osório do exercito, além de fazer missões de transporte de tropas e lançamento de paraquedistas.

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Transporte

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T-200 Imperial

T-250

O T-250 é uma aeronave de transporte e reabastecimento em voo (REVO) fabricado pela Avibras.

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Transporte

REVO

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T-250

T-390 Tupã

O Tupã é fabricado pela Embraer e é o principal avião de transporte da AEB, realiza missões de transporte de tropas e cargas, além de realizar missões de reabastecimento em voo em sua versão TR -390 (32).

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32

Transporte

REVO

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T-390 Tupã

T-295 Amazonas

Avião de Transporte Médio, fabricado pela Avibras realiza  missões de transporte de tropas e carga, busca e salvamento e combate a  incêndios florestais

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Transporte

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T-295 Amazonas

T-95 Bandeirante

Aeronave de transporte/utilitário fabricado pela Embraer, O T-95 é uma das principais aeronaves utilizadas no Correio Aéreo Nacional,

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transporte/utilitário.

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T-95 Bandeirante

T-97 Brasília

Versão melhorada do T-95 com maior capacidade de carga e melhor alcance  atualmente esta substituindo o T-95

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transporte/utilitário.

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T-97 Brasilia

T-99

O T-99 é fabricado pela Embraer atua principalmente no apoio ao correio aéreo nacional em viagens internacionais e entre os territórios ultramarinos brasileiros

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Tranporte
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T-99

Aviões de Vigilância aérea/Sensoriamento Remoto/Operações Aéreas Especiais

E-250 Vigilante

O Vigilante é uma sofisticada aeronave de alerta aéreo antecipado e Guerra Eletrônica, é derivado do T-250, sua função é a de auxiliar as os caças e bombardeiros da AEB em suas funções de interceptação e ataque garantindo alerta prévio contra ataques de caças inimigos além de interferir nas suas comunicações.

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Alerta Aereo Antecipado e Guerra Eletrônica

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E-250

R-250 Observador

É uma aeronave de Sensoriamento Remoto é equipada com um radar de abertura sintética além de sistemas de guerra eletrônica, sua missão é fazer a vigilância eletrônica no campo de batalha, fazendo a localização de radares e plataformas de lançamento de misseis terra-ar do inimigo além de missões de “espionagem” de comunicações adversarias.

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Guerra eletrônica e Sensoriamento Remoto

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R-250

E-99/R-99

Aeronave de Guerra Eletrônica que desempenha missões semelhantes as do R/E-250

12/10

Alerta Aéreo Antecipado e Guerra eletrônica

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R-99 e E-99

TE-390 Tupã

O TE-390 é uma versão especial do Tupã destinada a apoio a operações de forças especiais.

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Op. Aéreas especiais

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TE-390

TA-390 Efesto

Versão equipada com dois canhões laterais de 40mm além de duas metralhadora 30mm, pode lançar misseis e bombas. Destinada ao apoio de tropas terrestres

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Apoio Aéreo aproximado

TA-390.png

TA-390 Efesto

Helicópteros

HA-25 Acauã

Fabricado pela Avibras o Acauã em um helicóptero de Ataque com características furtivas, desenvolvido com a função primaria de ser um caçador de blindados para o exercito na AEB recebeu a função de apoiar missões de busca de salvamento em combate de pilotos abatidos sobre  território inimigo (C/SAR).

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Ataque

C/SAR

HA-25 Acauã.jpg

HA-25 Acauã

H-30

Principal helicóptero de transporte da AEB, fabricado por um consorcio entre a Avibras e empresas europeias, substitui o H-24, sua principal função na AEB é realizar o transporte de cargas e tropas, e fazer missões de busca e salvamento. Equipa 5 esquadrões na AEB

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Transporte

Busca e salvamento

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HT-30

H-31

Versão com maior capacidade de carga e alcance do H-30. Surgiu  da necessidade de um helicóptero com maior capacidade carga. É utilizado pela  AEB principalmente em missões de Busca e salvamento.

2 desses helicópteros são usados para transporte imperial

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2

Transporte

Busca e salvamento

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HY-31

H-29 Esquilo

Helicóptero leve utilizado em missões de treinamento. Possui uma versão armada de reconhecimento e apoio a tropas terrestres

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H-29 Esquilo.jpg

H-29 Esquilo

Aviões utilitários

T-205

Aeronave utilitária fabricado pela Neiva Aviação, é utilizado em  missões de transporte leve e apoio as unidades da AEB nos mais diversos  pontos do pais.

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Transporte leve

Utilitario

T-205.jpg

T-205

Além das aeronaves citadas acima a AEB possui uma série de outras aeronaves que cumprem funções diversas que vão deste missões utilitárias a de apoio

A AEB possui também uma série de aeronaves não tripuladas que  cumprem deste de missões de vigilância e espionagem a missões de ataque

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